Zola e Perrotta entre as opções para novo papel na seleção italiana

Partilhar

A rejeição de Gianluigi Buffon em regressar à selecção italiana abre caminho para novas figuras no comando dos Azzurri. A Federação Italiana de Futebol (FIGC), liderada pelo director técnico Paolo Maldini e pelo conselheiro Leonardo, mantém a busca por um novo selecionador, após a desistência de Pep Guardiola e Carlo Ancelotti. Andrea Pirlo surge agora como o principal candidato para o cargo de treinador principal.

Buffon, que integrou a estrutura da seleção logo após a sua reforma em 2023, desempenhou o papel de chefe de delegação até à derrota nos play-offs do Mundial contra a Bósnia-Herzegovina, em maio de 2026, quando apresentou a sua demissão juntamente com Gennaro Gattuso e o ex-presidente da FIGC Gabriele Gravina. Sob a nova gestão de Maldini e do presidente do Comité Olímpico Nacional Italiano, Giovanni Malagò, foi-lhe oferecida uma posição mais activa na estrutura da seleção, mas o icónico guarda-redes recusou a proposta.

Com a saída de Buffon, a prioridade da FIGC é agora encontrar uma figura que faça a ponte entre as equipas de formação e a equipa principal. Esta função será desempenhada em colaboração com Maurizio Viscidi, coordenador das selecções jovens. Segundo o Corriere dello Sport, entre os nomes em avaliação para esta posição estão Gianfranco Zola, actual vice-presidente da Lega Pro, e Simone Perrotta, que já trabalha no sistema de academias.

Outras sugestões para esta função, ainda que apenas especulativas, incluem lendas do futebol italiano como Roberto Baggio, Francesco Totti e Gianluca Zambrotta, mas nenhuma delas foi confirmada oficialmente.

Esta reorganização da estrutura técnica das selecções italianas surge num momento crucial para os Azzurri, que procuram renovar o seu projecto e garantir uma transição eficaz dos jovens talentos para a equipa principal. A nomeação de uma nova figura que una as diferentes camadas do futebol nacional pode ser decisiva para o futuro da equipa, especialmente numa altura em que a FIGC tenta recuperar o prestígio perdido após a eliminação precoce nos últimos Mundiais.

A escolha final do novo selecionador e do responsável pela integração das equipas de formação será decisiva para o rumo do futebol italiano nos próximos anos, numa altura em que o país procura reencontrar o caminho do sucesso e da estabilidade. A aposta em nomes com experiência e conhecimento do futebol nacional poderá ser a chave para garantir essa continuidade.


Discover more from Apito Final

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Tabela de Conteúdos

Mais Notícias

Outras Notícias