Ángel di maría apela a Messi para continuar na seleção Argentina

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A derrota de Lionel Messi na sua terceira final de Copa do Mundo foi um momento de desilusão, mas Ángel Di María, um dos seus mais próximos ex-companheiros, defende que este resultado não deve significar o fim da carreira internacional do icónico avançado. Di María, figura chave nos recentes sucessos da Argentina, instou Messi a continuar a representar o seu país enquanto o jogador de 39 anos se sentir capaz.

Messi, que alcançou mais uma final da Copa do Mundo este verão, tornou-se o segundo jogador mais velho a atingir esse feito, apenas atrás do lendário guarda-redes italiano Dino Zoff. A sua contribuição constante ao longo do torneio gerou um renovado debate sobre a possibilidade de continuar a vestir a famosa camisola azul e branca. Di María, que partilhou momentos memoráveis com Messi ao longo dos anos, afirmou que a decisão deve ser exclusivamente do jogador.

“Leo tem de continuar enquanto quiser,” disse Di María. “Acredito que ele pode continuar por muitos mais anos. Aos 39, provou que ainda é um dos melhores e que pode continuar a ser um dos melhores da história.” As palavras de Di María contrastam com as declarações anteriores do médio Leandro Paredes, que sugeriu que Messi já tinha decidido afastar-se das seleções antes da final, deixando em aberto as intenções do capitão após a derrota.

Di María rejeitou qualquer ideia de que a idade tenha diminuído o impacto de Messi, sublinhando que o avançado mantém um padrão de elite e possui atributos que poucos jogadores na história do futebol conseguiram ter. Os comentários revelam o profundo respeito que Messi ainda exerce dentro da seleção argentina. Poucos jogadores viveram tantos momentos cruciais ao lado dele como Di María, que marcou na final da Copa do Mundo de 2022 e teve um papel significativo durante um dos períodos mais vitoriosos da seleção.

Além do futuro pessoal de Messi, Di María também se pronunciou sobre a situação do treinador. Ele expressou o desejo claro de que Lionel Scaloni permaneça à frente da seleção nacional. Scaloni tem liderado uma era de grande sucesso para a Argentina, conquistando quatro troféus importantes enquanto integrava uma nova geração de jogadores talentosos na equipa.

“Espero que ele fique para o bem de todos,” afirmou Di María. Embora nem Messi nem Scaloni tenham emitido uma declaração oficial sobre as suas intenções futuras, o apoio público de uma figura como Di María tem um peso considerável no contexto do futebol argentino. A sua mensagem sugere que a continuidade pode trazer benefícios significativos, mantendo o capitão consagrado e o treinador vencedor no lugar poderá ajudar a Argentina a manter-se competitiva entre as melhores seleções internacionais.

A capacidade de Messi para oferecer desempenhos de alto nível numa idade avançada já reescreveu as expectativas em torno da longevidade no futebol moderno. Os adeptos e observadores estarão agora atentos para ver se o jogador seguirá o conselho do seu antigo colega e prolongará o seu capítulo internacional. Por agora, o apoio de Di María mantém a porta aberta, com a decisão a restar, como ele reiterou, inteiramente com Messi.


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