Cristian Chivu declarou que o Inter de Milão é a equipa a bater na Serie A 2026-27, à medida que se aproxima o amigável contra a Juventus. O encontro, marcado para sábado em Perth, servirá como um teste importante antes do início da defesa do título, que terá lugar a 22 de agosto frente ao Monza. Chivu expressou a sua confiança na capacidade do plantel, mas admitiu que ainda há trabalho a fazer antes do arranque da competição.
“Estamos ainda a precisar de algumas peças e temos algumas semanas para nos prepararmos da melhor forma para o primeiro jogo da liga”, afirmou Chivu em declarações aos canais de comunicação do clube. O treinador destacou que, até ao momento, a equipa tem apresentado poucos problemas físicos, o que considera ser o aspecto mais encorajador neste início de pré-temporada.
Questionado sobre quem poderá ser os maiores rivais do Inter na luta pelo título, Chivu respondeu: “Ainda não consegui perceber bem isso. São as equipas habituais, aquelas que querem dificultar a vida aos campeões em título. Nós somos a equipa a bater.” Ele sublinhou a importância do jogo amigável contra a Juventus, que ajudará na preparação da equipa, permitindo-lhes avaliar o nível de condição física e os princípios de jogo que estão a implementar.
Chivu também comentou a dificuldade do Inter em reforçar a equipa, mencionando que a venda de jogadores que não fazem parte dos planos tem sido um obstáculo. “Temos estado calmos desde o início e sabemos da qualidade que temos no plantel. Precisamos de elevar o nível e trazer jogadores que se integrem num grupo já coeso que alcançou grandes feitos”, disse.
Sobre a necessidade de um novo defesa direito após a saída de Denzel Dumfries, Chivu esclareceu: “Não definimos um prazo. Sabemos que precisamos de ter paciência. Tomámos as nossas decisões, mas circunstâncias diferentes fizeram com que esses movimentos não se concretizassem. Estamos a trabalhar para encontrar alguém que traga mais qualidade e experiência.”
Em relação ao que espera ver dos seus jogadores no jogo contra a Juventus, Chivu disse: “Precisamos de minutos. O melhor que podemos fazer é dar a todos o maior número de minutos possível. Não tenho um onze inicial fixo; rotacionei ao longo da época passada também. Não há onze titulares garantidos, as escolhas dependem da situação, do adversário e da condição física dos jogadores.”
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