# Bryson DeChambeau e Patrick Reed treinam juntos antes do US Open 2026

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- Publicado: 2026-06-17T10:51:38+00:00
- Atualizado: 2026-06-25T22:42:27+00:00
- Publicação: Apito Final (apitofinal.pt)
- Secção: Golf
- Tags: Bryson DeChambeau, Patrick Reed, US Open

## Em resumo

- O US Open de 2026 decorre de 18 a 21 de Junho em Shinnecock Hills, Southampton, Nova Iorque, com prémio recorde de 21,5 milhões de dólares.
- Scottie Scheffler, Rory McIlroy, Jon Rahm e Bryson DeChambeau lideram o field, com Rahm e DeChambeau já antigos campeões do torneio.
- Analistas apontam Tommy Fleetwood, Matt Fitzpatrick, Russell Henley e Xander Schauffele como possíveis vencedores, dadas as condições de vento e greens rápidos.

## Artigo

Shinnecock Hills volta a ser palco de um dos mais duros testes do golfe mundial, com o [US Open](https://apitofinal.pt/modalidades/tenis/musetti-revela-quem-considera-melhor-entre-alcaraz-e-sinner/) de 2026 a prometer emoção máxima, prémios milionários e um campo preparado para triturar até os mais talentosos jogadores. O torneio, que decorre de 18 a 21 de Junho em Southampton, Nova Iorque, vai reunir uma constelação de estrelas prontas a desafiar as condições implacáveis de um dos percursos mais lendários do planeta.

A sexta edição do US Open em Shinnecock Hills não podia ter um alinhamento mais apetecível: [Scottie Scheffler](https://apitofinal.pt/modalidades/golf/scheffler-em-busca-do-grand-slam-de-carreira-no-us-open-em-shinnecock/), actual número um mundial, lidera o contingente do PGA Tour, acompanhado de pesos-pesados como Rory McIlroy, Xander Schauffele, Cameron Young e Tommy Fleetwood. Do lado da LIV Golf, Jon Rahm e [Bryson DeChambeau](https://apitofinal.pt/modalidades/golf/jon-rahm-lidera-candidatos-ao-triunfo-no-u-s-open-2026-em-shinnecock/), ambos antigos campeões do torneio, prometem elevar ainda mais o nível de rivalidade, numa edição em que todos os olhos estarão postos no prémio recorde de 21,5 milhões de dólares.

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O campo, desenhado por Willie Davis e inaugurado em 1891, apresenta-se com par 70 e uns impressionantes 7.440 jardas. As condições meteorológicas adversas, com ventos consistentes acima dos 30 km/h e greens reluzentes como vidro, ameaçam baralhar estratégias e fazer estragos nas folhas de resultados. Em Portugal, os adeptos podem acompanhar toda a acção em directo através dos canais internacionais com direitos de transmissão, nomeadamente o Golf Channel, que assegura cobertura integral das quatro rondas, e a CBS, responsável pela emissão do [fim](https://apitofinal.pt/nacional/petkovic-assume-erros-e-destaca-classe-de-messi-na-derrota-com-a-argentina/)-de-semana.

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Os horários de saída das primeiras duas rondas já estão confirmados e o alinhamento dos grupos de destaque não deixa margem para dúvidas: o espectáculo está garantido desde o primeiro shot. Na quinta-feira, logo às 7h30 locais, Brooks Koepka, Cameron Young e Chris Gotterup abrem as hostilidades, seguidos por trios de luxo como Rory McIlroy, Ludvig Aberg e Tommy Fleetwood, ou ainda Scottie Scheffler ao lado do amador Mason Howell e J.J. Spaun. À tarde, o foco estará em Bryson DeChambeau, Viktor Hovland e Matt Fitzpatrick, bem como Justin Thomas, Hideki Matsuyama e Xander Schauffele. Os horários invertem-se na sexta-feira, garantindo que todas as estrelas passam pelos greens mais traiçoeiros do percurso nas diferentes condições do dia.

O que está verdadeiramente em jogo vai muito além do prémio chorudo de 4,3 milhões de dólares para o vencedor: trata-se de estatuto, legado e da afirmação num dos palcos mais emblemáticos do golfe mundial. O US Open de Shinnecock é famoso por não perdoar erros e por separar os verdadeiros campeões dos meros figurantes. O vencedor não só garantirá uma fatia considerável do prize money, como inscreverá o seu nome num troféu que é sinónimo de glória e imortalidade no desporto.

As previsões para esta edição já estão a incendiar debates. Antony Martin, especialista do Golfing Gazette, não tem dúvidas: “É a vez do Tommy. Segundo lugar em Shinnecock em 2018 e detentor do recorde do campo. A sua capacidade de baixar a trajectória da bola será crucial com ventos tão fortes. Ele merece um major. Esta é a sua vez.” Também Peter Lynch aponta a Tommy Fleetwood como favorito, elogiando a sua mestria em condições adversas: “Fleetwood está mais do que pronto para vencer um major, especialmente aqui. É forte no vento e no rough, só precisa de manter a força mental até ao [fim](https://apitofinal.pt/internacional/modric-vive-o-ultimo-mundial-pela-croacia-e-soma-200-internacionalizacoes/).”

No entanto, há quem aposte em nomes diferentes. James Shearman garante que Matt Fitzpatrick “tem sido o melhor jogador do mundo em 2026, com três títulos conquistados e um segundo lugar no Canadian Open da semana passada. Já ganhou o US Open antes, em 2022, o que lhe dá confiança extra.” Jordan Harris vira-se para Russell Henley: “Ele tem contas por ajustar depois de liderar a primeira ronda em 2018. Pode surpreender.” Por [fim](https://apitofinal.pt/internacional/suker-garante-modric-regressa-ao-real-madrid-apos-mundial/), Charlie Walker destaca Xander Schauffele: “Tem sido incrivelmente consistente no US Open. A sua pior classificação foi 14º, mas pela precisão com os ferros, este é o ano em que conquista finalmente o Open nacional dos [Estados Unidos](https://apitofinal.pt/nacional/portugal-estreia-se-no-mundial-2026-sem-ruben-dias-frente-a-rd-congo-2/).”

Com o field mais competitivo do ano, expectativas ao rubro e um percurso pronto para castigar até os mais talentosos, o US Open de 2026 promete drama, surpresas e, talvez, a consagração de um novo herói. O vencedor não só ficará mais rico, como eternizará o seu nome no panteão do golfe. Resta saber quem conseguirá sobreviver ao inferno de Shinnecock Hills e erguer o troféu mais cobiçado do desporto.

[AGORA PODE ACOMPANHAR](https://apitofinal.pt/internacional/rabiot-critica-relvado-do-metlife-stadium-apos-vitoria-da-franca/) O MUNDIAL DE FUTEBOL COM TODA INFORMAÇÃO – [AQUI](https://mundialfutebol.com/)
