# João Neves único português no top-50 dos power rankings da FIFA

- URL: https://apitofinal.pt/nacional/joao-neves-unico-portugues-no-top-50-dos-power-rankings-da-fifa/
- Publicado: 2026-06-18T21:55:43+00:00
- Atualizado: 2026-06-25T22:41:34+00:00
- Publicação: Apito Final (apitofinal.pt)
- Secção: Nacional
- Tags: João Neves, RD Congo

## Em resumo

- João Neves é o único português no top-50 dos Power Rankings da FIFA para o Mundial 2026, no 38.º lugar da tabela de Ataque.
- Portugal empatou a um golo com a República Democrática do Congo na primeira jornada, e os rankings foram divulgados nessa terça-feira.
- Messi, Rezaeian e Cornelius lideram as categorias de Ataque, Criatividade e Defesa, respetivamente, sem presença portuguesa nas categorias.

## Artigo

O choque tomou conta dos adeptos portugueses: apenas [João Neves](https://apitofinal.pt/nacional/adeptos-defendem-ronaldo-e-criticam-colegas-apos-empate-no-mundial/) conseguiu garantir presença no restrito top-50 dos Power Rankings da [FIFA](https://apitofinal.pt/nacional/fifa-cede-a-tuchel-e-muda-protocolo-dos-hinos-apos-inglaterra-croacia/) para o Mundial 2026, deixando claro que a selecção nacional está longe do patamar de excelência a que habituou os seus seguidores. O cenário torna-se ainda mais inquietante quando se olha para os líderes das três categorias analisadas — Messi, Rezaeian e Cornelius — e se percebe que nenhum outro português conseguiu sequer uma menção honrosa na análise estatística mais influente da competição.

A [FIFA](https://apitofinal.pt/nacional/afonso-moreira-reforca-bayer-leverkusen-por-336me-e-sporting-lucra-64me/) divulgou esta terça-feira os Power Rankings referentes à primeira jornada do Mundial 2026, utilizando dados detalhados para avaliar desempenhos nas categorias de Ataque, Criatividade e Defesa. Portugal, que empatou a um golo frente à [República Democrática](https://apitofinal.pt/nacional/yoane-wissa-faz-historia-com-primeiro-golo-da-rd-congo-num-mundial/) do Congo, ficou representado apenas por João Neves, no 38.º lugar da tabela de Ataque. Lionel Messi (Argentina) destacou-se como melhor atacante, Rezaeian (Irão) como mais criativo e Cornelius (Canadá) como referência defensiva. A ausência de outros nomes portugueses no top-50 evidencia a falta de protagonismo luso após o primeiro embate do torneio.

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Esta realidade levanta sérias dúvidas sobre a real capacidade da equipa das Quinas para se afirmar neste [campeonato](https://apitofinal.pt/internacional/a-suica-goleia-a-bosnia-herzegovina-por-4-1-enquanto-manzambi-bis-bis-em-emocionante-duelo-do-mundial/) do mundo. Com apenas um representante nos lugares cimeiros dos Power Rankings, Portugal revela debilidades preocupantes, principalmente se comparado com outras selecções históricas. O empate frente à RD Congo, uma selecção teoricamente inferior, já tinha sido motivo de análise crítica e este novo dado só agrava a sensação de desilusão. O impacto directo na moral da equipa pode ser significativo: os rankings servem não só como barómetro de prestígio, mas também como referência para adversários e observadores internacionais.

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No rescaldo do empate, João Neves mostrou-se realista perante os microfones, afirmando: “Sabíamos que tínhamos de fazer mais, mas agora é olhar em frente e corrigir o que não correu bem”. O jovem médio, único português a merecer destaque nos rankings, reconheceu as expectativas elevadas em torno da selecção e sublinhou a necessidade urgente de melhorar: “Temos qualidade para estar mais acima, mas só isso não chega. É preciso provar dentro de campo”, lançou, colocando a fasquia alta para os próximos jogos. O seleccionador nacional também não se esquivou à pressão, admitindo após a divulgação dos rankings: “Os jogadores sabem que têm de elevar o nível. Não é aceitável Portugal aparecer apenas com um elemento no top-50”.

A análise dos dados da [FIFA](https://apitofinal.pt/nacional/fifa-apoia-tuchel-e-afasta-fotografos-dos-bancos-durante-os-hinos/) mostra ainda que Portugal falhou em todas as frentes: nem na criatividade, onde tradicionalmente se destaca, nem na defesa, onde se esperava maior solidez, houve qualquer presença relevante. Esta ausência nas principais categorias poderá mexer com a abordagem táctica da equipa, forçando o seleccionador a repensar as escolhas para o próximo jogo e a procurar alternativas que possam devolver protagonismo à selecção. Com a próxima jornada à porta, a pressão é máxima — os adeptos exigem uma resposta à altura do estatuto já conquistado noutros palcos internacionais.

O futuro imediato da selecção portuguesa está agora sob escrutínio: será que João Neves continuará a ser o único nome luso a brilhar ou surgirão outras figuras capazes de inverter o rumo dos acontecimentos? O próximo encontro será decisivo não só para a classificação, mas também para a reabilitação da imagem da equipa aos olhos do mundo. Se Portugal não conseguir melhorar a sua presença nos Power Rankings, arrisca-se a perder o respeito dos rivais e a desmotivar uma geração de adeptos habituada à excelência. O relógio está a contar e só uma exibição de gala poderá devolver a confiança a uma selecção que já foi sinónimo de ambição e talento.

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