O Inter de Milão, um dos gigantes do futebol europeu, viu a sua campanha na Liga dos Campeões de 2025-26 chegar a um fim abrupto e doloroso. A eliminação nas mãos do Bodo/Glimt, com uma derrota por 2-1 em San Siro, seguida de uma derrota de 3-1 na Noruega, resultou num agregado devastador de 5-2. Este resultado não só encerrou a trajetória da equipa na competição, mas também trouxe consequências financeiras significativas, que deixaram os adeptos e os analistas em estado de choque.
Debrief, uma fonte respeitada no mundo do desporto, revelou que o Inter conseguiu arrecadar mais de 70 milhões de euros durante esta edição da Champions League. No entanto, esta quantia é uma sombra do que a equipa conseguiu no ano anterior, onde os lucros ultrapassaram os 130 milhões de euros. As contas são claras: a eliminação precoce desta temporada custou ao Inter mais de 60 milhões de euros em comparação com a temporada passada.
A análise dos ganhos do Inter revela uma estrutura financeira que, embora robusta, foi severamente impactada pela queda prematura. Abaixo, a devida discriminação dos montantes obtidos:
– Taxa de participação: 18,62 milhões de euros – Pilar de valor: 23,37 milhões de euros da quota europeia, 8,65 milhões da quota não europeia – Bónus da fase de grupos: 8,13 milhões de euros – Bónus por vitórias e empates: 10,5 milhões de euros – Bónus por ocupação do 9º ao 16º lugar: 1 milhão de euros – Bónus da ronda de play-off: 1 milhão de euros
A amarga realidade é que o Inter não só perdeu a chance de avançar para a fase a eliminar, como também deixou escapar a oportunidade de arrecadar até 11 milhões de euros adicionais caso tivesse vencido o Bodo/Glimt. Este valor poderia ter sido apenas o início de um potencial crescimento financeiro, visto que cada ronda seguinte da competição trazia consigo bónus substanciais:
– Bónus da ronda de 16: 11 milhões de euros – Bónus dos quartos de final: 12,5 milhões de euros – Bónus das meias-finais: 15 milhões de euros – Bónus para o finalista perdedor: 18,5 milhões de euros – Bónus para o finalista vencedor: 25 milhões de euros
Com esta eliminação, o Inter enfrenta um desafio significativo não apenas no campo, mas também nas suas contas. Esta é a primeira vez em cinco temporadas que a equipa não avança para os oitavos de final da Liga dos Campeões, o que levanta questões sobre o futuro do clube e a sua capacidade de competir ao mais alto nível. A pressão está agora sobre a administração e a equipa técnica para reverter esta situação e garantir que o Inter possa retornar à elite do futebol europeu na próxima temporada.
