Pulisic em seca de golos: Ainda sem marcar em 2026

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Christian Pulisic, a estrela em ascensão do AC Milan e peça-chave da seleção dos Estados Unidos, atravessa uma fase negra em 2026: o avançado de 27 anos ainda não marcou qualquer golo neste novo ano, aprofundando uma crise que começa a preocupar adeptos e especialistas.

Depois de um arranque de época fulgurante, com oito golos e duas assistências em apenas 11 jogos da Serie A, Pulisic parecia encaminhado para uma temporada de sonho. No entanto, o cenário mudou drasticamente: nas últimas 13 partidas da liga, todas disputadas em 2026, o avançado americano só conseguiu uma assistência e permanece sem balançar as redes adversárias. A sua influência no ataque do Milan tem sido praticamente nula.

A razão para esta quebra de rendimento não é apenas falta de sorte. Pulisic tem lutado contra problemas físicos desde o início do ano, limitando o seu tempo em campo. Em 2026, apenas por três vezes jogou os 90 minutos completos, tendo entrado como suplente em cinco ocasiões. Em fevereiro, uma bursite obrigou-o a falhar um encontro crucial contra o Bologna e, desde então, nunca mais voltou ao seu nível habitual.

Durante a recente pausa internacional, Pulisic representou os EUA em dois jogos, frente a seleções poderosas como Bélgica e Portugal, mas voltou a sair de campo sem qualquer golo, numa altura em que a equipa norte-americana também sofreu derrotas. A pressão aumenta para que o jogador recupere a forma e volte a ser decisivo.

Na última partida do Milan, frente ao Napoli, Pulisic entrou aos 75 minutos, mas não conseguiu evitar a derrota por 1-0 fora de casa. Esta foi a quarta derrota dos Rossoneri na Serie A esta temporada, deixando a equipa na terceira posição, a nove pontos do líder Inter de Milão.

Christian Pulisic, que prometia ser a grande figura do Milan em 2026, está agora no centro das críticas e da preocupação. Será que o internacional norte-americano conseguirá superar esta seca goleadora e voltar a brilhar ao serviço do clube e da seleção? O relógio não para, e a exigência dos adeptos só aumenta. O futuro do “Capitão América” no futebol italiano está, neste momento, em suspenso.

Este artigo aparece primeiro em Apito Final.

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