Terça-feira, Janeiro 27, 2026

Real Madrid bate recordes com receita de 1,2 mil milhões prevista para 2025

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O mundo do futebol atingiu uma nova dimensão financeira impressionante, e o Real Madrid continua a liderar este cenário com uma força avassaladora. Segundo o mais recente relatório da Football Money League, elaborado pela consultora Deloitte, o clube merengue não só reafirmou sua posição como o maior gerador de receitas do futebol global, mas também quebrou todos os recordes ao alcançar a impressionante marca de €1.191 bilhões na temporada de 2024/25. Este feito monumental não é apenas um número, mas um testemunho do poderio comercial do clube, que se destaca como um verdadeiro titã nas finanças do desporto.

A força deste crescimento desenfreado está essencialmente ligada a um músculo comercial sem precedentes. Com a venda de patrocínios e merchandising a gerar um colossal montante de €594 milhões, o Real Madrid, mesmo que considerasse apenas a sua receita comercial, já figuraria entre os dez clubes mais ricos do planeta, superando as receitas totais de gigantes históricos do futebol europeu. Essa explosão de receitas demonstra que o clube não é apenas uma potência desportiva, mas também uma máquina financeira imbatível.

O ecossistema do futebol europeu, por sua vez, também apresenta uma tendência ascendente, com as receitas combinadas a subirem para €12.4 bilhões. Além da hegemonia espanhola, o panorama financeiro europeu passou por mudanças significativas este ano. O Paris Saint-Germain, após conquistar seu primeiro título da Liga dos Campeões, permanece sólido na quarta posição com €837 milhões, provando que o sucesso desportivo é a verdadeira chave para impulsionar negócios comerciais.

Entretanto, a grande surpresa deste relatório vem da Inglaterra: pela primeira vez na história da Football Money League, o Liverpool, com receitas de €836 milhões, conseguiu superar tanto o Manchester City quanto o Manchester United, tornando-se o clube mais rentável da Premier League. Este feito é um testemunho do poder da tradição e do sucesso desportivo que os Reds têm cultivado.

Enquanto isso, clubes como a Juventus e o Inter de Milão conseguiram ultrapassar a barreira dos €500 milhões, impulsionados pela sua participação no novo Mundial de Clubes. No entanto, a Serie A continua a enfrentar desafios com os direitos televisivos domésticos estagnados, o que levanta questões sobre o futuro financeiro dos clubes italianos.

No que diz respeito ao cenário nacional, o FC Barcelona faz um retorno triunfante ao pódio mundial, ocupando a segunda posição com €975 milhões. Apesar de ainda jogar fora do Camp Nou, a estratégia inovadora de “Licenças de Assento Pessoal” e a gestão comercial eficaz permitiram que o clube catalão crescesse 27%, demonstrando que a adaptação e a inovação são cruciais no competitivo mundo do futebol moderno.

A ascensão do Real Madrid e as dinâmicas financeiras em constante mudança no futebol europeu sublinham não apenas o poder do desporto, mas também a importância das estratégias comerciais que moldam o futuro das grandes instituições desportivas. Com o futebol a atravessar um período de crescimento sem precedentes, o que nos reserva o futuro? A resposta poderá estar nas próximas gerações de clubes que investem cada vez mais em inovações comerciais para conquistar tanto o sucesso desportivo como o financeiro.

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