Naomi Osaka deslumbrou no Met Gala com um conjunto exclusivo que consumiu mais de 3.280 horas de trabalho artesanal – uma verdadeira obra-prima da moda que está a deixar o mundo em choque! A estrela do ténis japonesa, conhecida pelos seus ousados looks em court, voltou a provar que é muito mais do que uma atleta de topo. Desta vez, trocou a raquete pelas passadeiras vermelhas, apresentando-se no evento de moda mais icónico do ano com um conjunto personalizado do estilista Robert Wun, que elevou o seu estilo a outro patamar.
Depois de ter co-presidido o Met Gala em 2021, Osaka regressou ao evento com uma confiança renovada e um visual que fez parar multidões. “Muita gente conhece-me pelos meus fatos de ténis, mas o Met Gala é o Grand Slam da moda”, confessou à Vogue. “Ter a oportunidade de estar aqui e exprimir o meu estilo neste palco é algo verdadeiramente incrível para mim.” Esta afirmação revela o quanto o universo da moda tem vindo a marcar a vida da japonesa, que parece cada vez mais confortável a explorar esta faceta.
A colaboração entre Naomi Osaka e Robert Wun não é nova. Já em janeiro, no Australian Open, a tenista surpreendeu o público com uma entrada espetacular: um chapéu de abas largas, um véu branco e um guarda-chuva, num look que captou todas as atenções. “Admiro muito o Robert, ele não tem ego e está sempre aberto a mudar para me deixar mais confortável, ouvindo a minha perspetiva”, revelou Osaka, destacando a cumplicidade criativa entre os dois.
O que torna este look do Met Gala verdadeiramente extraordinário é o nível de detalhe e dedicação envolvido na sua criação. O estilista Robert Wun explicou que o visual foi apresentado em dois atos: primeiro, um casaco esculpido em cor marfim, com costuras abertas que revelam cristais vermelhos no interior e penas que se abrem numa forma de fonte – um verdadeiro espetáculo visual. Por baixo, uma deslumbrante vestido vermelho ajustado, cravejado com mais de 659.000 pontos de bordado e milhares de cristais Swarovski em quatro tons de vermelho, que retratam a anatomia humana “agulha a agulha, cristal a cristal”.

Este trabalho monumental exigiu mais de 3.280 horas de dedicação meticulosa, uma façanha artesanal que deixou a própria Naomi sem palavras: “Estou maravilhada com toda esta criação”, admitiu, demonstrando o seu entusiasmo pela peça que vestiu.
Este momento de moda representa uma pausa necessária para Naomi Osaka, que atravessa um período complicado na sua carreira desportiva. A quatro vezes campeã de Grand Slam tem lutado para reencontrar a forma, após uma lesão no Australian Open que a afastou das competições até à fase da Sunshine Swing. Recentemente, enfrentou a número um mundial Aryna Sabalenka por duas vezes em Indian Wells e Madrid, mas ainda não conseguiu ultrapassar estes obstáculos, tendo sido eliminada logo na primeira ronda em Miami.
Os olhos de Osaka estão agora postos no Rome Open, onde espera voltar a exibir o seu melhor ténis. Embora a terra batida não seja a sua superfície preferida, a japonesa já alcançou consecutivamente os 16 avos de final em Roma, tendo mesmo atingido os quartos de final em 2019 – números que prometem uma boa recuperação nesta temporada.
Naomi Osaka prova que, mesmo fora das quadras, continua a ser uma força imparável, agora a conquistar os palcos da moda internacional. Este Met Gala é mais um capítulo da sua reinvenção, mostrando que talento e estilo podem caminhar lado a lado, numa combinação explosiva que mantém todos os olhos sobre ela.
Este artigo aparece primeiro em Apito Final.
