Domingo, Fevereiro 22, 2026

Burnley responde após Hannibal Mejbri denunciar abuso racista

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Após um emocionante empate 1-1 entre o Burnley e o Chelsea, o foco desviou-se do campo para um incidente inaceitável que lançou uma sombra sobre o desporto. O jovem médio Hannibal Mejbri, de apenas 23 anos, foi alvo de abusos racistas nas redes sociais, uma realidade que não pode ser ignorada. A reação do Burnley foi imediata e contundente, com o clube a emitir uma declaração forte e clara condenando esses atos de discriminação.

O jogo, que ficou marcado pelo cabeceamento de Zian Flemming ao minuto 93, proporcionando um ponto valioso à equipa de Scott Parker no icónico Stamford Bridge, foi ofuscado por este episódio de intolerância. Com a crescente preocupação sobre o racismo no futebol, a mensagem da equipa de Burnley foi inequívoca. “Condenamos veementemente qualquer forma de racismo e apoiamos o nosso jogador Hannibal Mejbri incondicionalmente”, afirmaram os responsáveis do clube.

Mejbri, que tem sido uma promessa no meio-campo da equipa, não hesitou em expor a gravidade da situação nas redes sociais, onde os abusos se tornaram uma tragédia recorrente para muitos atletas. A sua coragem em falar sobre este assunto sensível é um passo importante na luta contra o racismo no desporto. A declaração do Burnley não só destaca o apoio à sua jovem estrela, mas também serve de alerta para a necessidade de um combate mais eficaz a estas questões que mancham a integridade do futebol.

O clube britânico, que já se posicionou anteriormente contra o racismo, reforçou a sua determinação em criar um ambiente seguro e respeitoso para todos os jogadores, independentemente da sua origem. A luta contra o racismo deve ser uma prioridade não apenas dentro dos estádios, mas também nas plataformas digitais, onde muitos se escondem atrás do anonimato para disseminar ódio.

O apelo à ação e à consciência social é mais urgente do que nunca, e a resposta do Burnley a este incidente serve como um exemplo a ser seguido por clubes e organizações em todo o mundo. O desporto deve ser um espaço de inclusão e respeito, e a voz de Mejbri é um lembrete de que a luta contra o racismo deve ser uma responsabilidade coletiva.

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