Cristiano Ronaldo brilha entre os 10 atletas mais bem pagos do mundo

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No mundo desportivo atual, os atletas não apenas se destacam pelos seus feitos em campo, mas também acumulam fortunas astronómicas que os colocam nas listas dos mais bem pagos. Uma análise aprofundada revela os dez atletas que dominam o cenário financeiro, e, claro, Cristiano Ronaldo continua a brilhar intensamente entre os maiores.

Cristiano Ronaldo, o astro português, fez ondas com uma extensão de contrato impressionante de quase 700 milhões de dólares com o Al Nassr, na Arábia Saudita, em junho passado. Este acordo de dois anos não apenas solidifica a sua posição como um dos atletas mais bem pagos do mundo, mas também reflete a sua capacidade de diversificar investimentos em empresas como a Whoop, fabricante de tecnologia vestível, a Vista Alegre, especializada em porcelanas, e a marca de suplementos Bioniq. Ronaldo não é apenas um jogador; é um verdadeiro magnata.

A lista não estaria completa sem mencionar LeBron James, que se encontra no último ano de um contrato máximo de 104 milhões de dólares com os Los Angeles Lakers. O seu salário base de cerca de 52,6 milhões de dólares para a temporada 2025-26 é apenas uma fração do seu império. James, que se junta a Tiger Woods como um dos poucos atletas bilionários ativos, é também cofundador da SpringHill, uma empresa de desenvolvimento e produção de entretenimento. A sua influência transcende o basquetebol, fazendo dele um ícone global.

Outro nome a destacar é o de Stephen Curry, que, com uma extensão de contrato de 62,6 milhões de dólares com os Golden State Warriors, consolidou ainda mais o seu legado como um dos maiores arremessadores da NBA. O atleta, que se tornou o primeiro jogador da liga a ultrapassar os 4.000 pontos em arremessos de três, continua a expandir a sua marca através de uma parceria robusta com a Under Armour.

Em termos de boxe, Tyson Fury, o “Gypsy King”, fatura a impressionante quantia de 291 mil dólares por dia. Além dos seus ganhos em ringue, Fury está a explorar novas avenidas, incluindo uma parceria para promover o turismo em Malta e uma série de reality show na Netflix, “At Home With the Furys”.

No futebol americano, Dak Prescott destaca-se como o jogador mais bem pago da NFL, com um contrato de 240 milhões de dólares com os Dallas Cowboys. O quarterback, que assina contratos com marcas como a Nike e a Dick’s Sporting Goods, está a cimentar a sua posição como um dos grandes do desporto.

Lionel Messi, a lenda argentina, também figura entre os mais bem pagos, com um rendimento anual de 12 milhões de dólares, que pode subir para 20,5 milhões com compensações garantidas. O seu portfólio de patrocínios inclui gigantes como a Adidas e a PepsiCo, refletindo a sua imensa popularidade global.

Juan Soto, um prodígio do beisebol, assinou um contrato histórico de 765 milhões de dólares com os New York Mets, que se tornou o maior da história do desporto. Este acordo, que inclui um bônus de assinatura de 75 milhões de dólares, estabelece Soto como uma estrela em ascensão.

Karim Benzema, que trocou o Real Madrid pela Arábia Saudita, assina um dos contratos mais lucrativos da história do futebol, avaliado em cerca de 200 milhões de euros por temporada. Embora mantenha uma presença discreta fora dos campos, a sua colaboração com marcas como a Adidas garante que continua a ser uma figura de destaque.

Shohei Ohtani, uma força no beisebol, também figura na lista, com um contrato de 700 milhões de dólares com os Los Angeles Dodgers. O seu modelo de pagamento único, com deferrals significativos, permite uma flexibilidade financeira notável para a equipa, enquanto ele constrói um portfólio de patrocinadores diversificado.

Por fim, Kevin Durant, que garantiu uma extensão de contrato de 90 milhões de dólares com os Houston Rockets, continua a ser um dos atletas mais valiosos da NBA, com ganhos anuais fora de campo que se aproximam dos 50 milhões de dólares, graças a uma parceria vitalícia com a Nike.

Esses atletas não apenas dominam o desporto, mas também um mundo que vai muito além do campo, do ringue ou da quadra. O que está claro é que, enquanto a competição pelo primeiro lugar se intensifica, a corrida pela fortuna e pelo reconhecimento global está mais acesa do que nunca.

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