Terça-feira, Fevereiro 24, 2026

Diego Simeone faz a diferença e o Atlético de Madrid arrasa o Club Brugge

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O Atlético de Madrid continua a sua luta feroz na Liga dos Campeões, e a última exibição da equipa sob a batuta do carismático Diego Simeone foi um verdadeiro espetáculo. Na noite passada, os colchoneros impuseram uma vitória convincente de 3-1 sobre o Club Brugge, um resultado que não só fortalece as suas aspirações na competição, mas também destaca as mudanças táticas cruciais do treinador argentino.

Após um empate eletrizante de 3-3 na Bélgica, muitos questionavam se o Atlético conseguiria dominar a segunda mão diante de um adversário que já havia demonstrado ser uma pedra no sapato. E, de fato, os primeiros 20 minutos revelaram que o Brugge não tinha intenção de facilitar. Com o extremo Carlos Forbs a causar problemas a Matteo Ruggeri, e Nicolo Tresoldi a falhar por pouco uma oportunidade clara de cabeça, o Atlético parecia sob pressão. No entanto, quando Jan Oblak decidiu enviar uma bola longa para Alexander Sorloth, a partida tomou um rumo inesperado. O norueguês, numa jogada aparentemente inocente, surpreendeu Simon Mignolet com um remate que deveria ser fácil de defender. O golo, aos 23 minutos, colocou o Atlético na frente e desestabilizou completamente o Brugge.

Após a abertura do marcador, Giuliano Simeone e Alex Baena tentaram reforçar a pressão, mas as suas tentativas de cruzamento não resultaram. O Brugge, no entanto, não se deixou abater e, após uma sequência de lances de bola parada, chegou ao empate com um cabeceamento oportuno de Joel Ordonez, que se aproveitou de uma má marcação na área. A partir daí, o Atlético sentiu a pressão e foi obrigado a intensificar o seu jogo, com Oblak a realizar uma defesa espetacular que manteve a equipa viva a cinco minutos do intervalo.

Mas foi no segundo tempo que as mudanças de Simeone se tornaram verdadeiramente decisivas. O treinador, que parecia ansioso no banco, viu Johnny Cardoso marcar de forma brilhante logo nos primeiros minutos do segundo tempo. Após um canto que foi aliviado para a entrada da área, Cardoso dominou a bola e, com um remate baixo e desviado, fez o 2-1. Esse golo foi um verdadeiro balão de oxigênio para o Atlético, que a partir daí começou a dominar a partida.

Embora os colchoneros tenham conseguido manter a pressão sobre o Brugge, não foi fácil desferir um golpe mortal. Mignolet, apesar de estar sob fogo contínuo, conseguiu manter a sua baliza a salvo por um bom tempo. Mas a persistência do Atlético foi recompensada, e o resultado final de 3-1 reflete não apenas a superioridade técnica da equipa, mas também a capacidade de Simeone em ajustar a sua estratégia em momentos críticos.

Agora, com o Atlético de Madrid a focar-se na Liga dos Campeões e na Copa do Rei, a pergunta que se coloca é: conseguirão os colchoneros manter este ímpeto e alcançar a tão desejada glória? A resposta poderá estar nas próximas semanas, mas uma coisa é certa: com Diego Simeone no comando, a luta está longe de acabar.

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