Dybala volta a ser desfalque na roma e Ferguson pode enfrentar nova cirurgia

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A situação de Paulo Dybala, estrela da AS Roma, não poderia ser mais preocupante. Durante a sessão de treino de hoje, o avançado argentino ressentiu-se novamente do joelho, um revés que o deixará de fora do crucial encontro de domingo contra o Genoa. De acordo com informações da Sky Sport, Dybala foi incapaz de completar o treino e, como resultado, não poderá ajudar a sua equipa na Serie A.

As notícias são sombrias para os adeptos da Roma, uma vez que Dybala, de 32 anos, já tinha perdido os últimos quatro jogos da liga devido a problemas no joelho. O seu último jogo competitivo remonta a 25 de janeiro de 2026, e a sua ausência em campo tem sido sentida. Apesar de ter estado disponível para o jogo contra a Juventus, o avançado passou os 90 minutos sentado no banco, uma situação que levanta questões sobre a sua forma física e o que poderá significar para o futuro da equipa.

Filippo Biafora, repórter do Il Tempo, confirmou via X que Dybala foi forçado a encerrar o treino prematuramente devido à dor persistente no joelho. Este novo contratempo levanta questões sobre a capacidade do jogador em voltar a encontrar a sua melhor forma e o impacto que isso terá na campanha da Roma.

E não é apenas Dybala que está a enfrentar dificuldades. O jovem prodígio Evan Ferguson, que já passou por uma cirurgia no tornozelo em março de 2024, também se viu forçado a voar para Brighton para uma consulta com um especialista. De acordo com a Sky, há a possibilidade de que Ferguson necessite de uma segunda cirurgia, o que seria um duro golpe para a sua carreira e para a equipa.

Com Dybala e Ferguson ambos a lutar contra lesões, a AS Roma enfrenta um desafio monumental nas próximas semanas. A pressão está em cima do treinador Daniele De Rossi, que terá de encontrar soluções para manter a equipa competitiva em um momento tão crítico. Os adeptos esperam ansiosamente por boas notícias, mas a realidade é que a situação é tudo menos otimista para os dois jogadores.

Assim, a AS Roma vê-se à beira de um precipício, lidando com lesões que podem comprometer não apenas o desempenho da equipa, mas também o moral do grupo. A pergunta que fica no ar é: até onde a equipa conseguirá resistir sem os seus principais jogadores? As próximas semanas serão cruciais, e os adeptos aguardam com expectativa o desenrolar desta novela de lesões.

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