Mbappé reflete sobre o mundial e admite que a dor vai durar

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Kylian Mbappé expressou uma profunda reflexão sobre a experiência da seleção francesa no Campeonato do Mundo, destacando o orgulho que sente pelo percurso da equipa nas Américas, apesar de não ter conseguido alcançar o grande objetivo. O internacional francês utilizou as redes sociais para agradecer aos adeptos que apoiaram a equipa, culminando numa jornada que terminou com um desiludido quarto lugar. “Dói, e vai doer durante algum tempo”, admitiu Mbappé, reconhecendo a dificuldade de lidar com a ausência do troféu.

Na sua mensagem, Mbappé começou por agradecer pela “emoção” vivida durante um mês intenso, onde superaram limites e sentiram o orgulho de representar a França. Reiterou a importância da paixão que uniu a equipa e os adeptos, seja nas bancadas ou a partir de casa. “Foi isso que vivemos juntos. Uma história incrível”, sublinhou. Apesar de ter conquistado a Bota de Ouro, Mbappé lamentou que “teria significado muito mais ao lado do Campeonato do Mundo”, refletindo sobre a dor de não ter levado um troféu para casa.

O avançado destacou a importância dos seus colegas de equipa, afirmando que “sem o trabalho deles, as suas desmarcações, os seus passes” ele não teria conseguido marcar tantos golos. “Este prémio pertence tanto à equipa como a mim”, afirmou, enfatizando o espírito coletivo que os acompanhou durante toda a competição. Ele recordou ainda o seu sonho de criança de jogar num Campeonato do Mundo, revelando que já participou em três e teve a honra de ser capitão da sua nação.

Mbappé também fez questão de reconhecer o apoio incondicional dos adeptos, que ficaram acordados até altas horas da noite para assistir aos jogos. “Esta história foi escrita por milhões de mãos, não apenas pelos onze em campo”, disse, refletindo sobre a união que o futebol proporciona entre pessoas de todas as idades e origens.

Por fim, o jogador agradeceu a Didier Deschamps e toda a equipa técnica, incluindo fisioterapeutas e preparadores físicos, reconhecendo que o trabalho de todos foi fundamental para a participação da seleção. “Na sua essência, o futebol continua a ser um jogo”, concluiu, lembrando que, apesar do fim do Campeonato do Mundo, a história da seleção continua e que novas oportunidades virão.


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