Rabiot garante que frança não teme Espanha nem plano anti-yamal

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Adrien Rabiot não tem dúvidas: a França não teme Espanha nem qualquer jogador em particular, incluindo a jovem promessa Lamine Yamal, na antevisão da meia-final do Mundial de futebol. O médio dos Les Bleus garantiu que a equipa está focada no colectivo e não numa estratégia específica para travar o talento espanhol.

Questionado sobre a existência de um plano especial para anular Lamine Yamal, Rabiot respondeu com firmeza: “Não, não há plano anti-Yamal. Estamos a focar-nos na Espanha como um todo, não num jogador individual. Sabemos que são uma equipa perigosa em todas as zonas do campo: na posse, em espaços apertados perto da área, no jogo de combinação e com os seus avançados. Precisamos sobretudo de limitar o sistema deles, não apenas um jogador.” Esta abordagem sublinha a importância dada ao jogo colectivo, reconhecendo a qualidade global do adversário.

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Às vésperas do encontro decisivo, o internacional francês mostrou-se confiante e determinado: “Estamos focados e vamos preparar o jogo da melhor forma possível. Sentimo-nos confiantes com a jornada que tivemos até agora, e é justo sentir isso, mas sempre com a humildade que nos tem caracterizado desde o início da competição. Agora está em jogo um lugar na final e esperamos lá chegar.” Rabiot reforça a ideia de que o equilíbrio entre confiança e humildade é essencial para o sucesso.

Sobre o receio de defrontar Espanha, Rabiot foi categórico: “Não temos medo de ninguém. Considerando o percurso que fizemos, acho que chegamos a esta meia-final na melhor forma possível. Teria sido difícil estar melhor preparado. O relvado vai decidir, mas fizemos tudo para estar prontos.” Esta declaração revela uma mentalidade forte e uma crença no potencial da equipa.

O médio destacou ainda a coesão do grupo como um dos segredos do desempenho francês: “Sente-se uma verdadeira união. É difícil explicar porque é que esta química acontece, mas fora de campo damos-nos muito bem e acho que isso é uma das principais razões do nosso sucesso.” Além disso, Rabiot apontou que momentos difíceis vividos pelo treinador aproximaram ainda mais o grupo, especialmente por este ser o último torneio do técnico com a seleção: “Sabemos que este será o seu último campeonato com a equipa nacional e isso dá-nos uma motivação extra.”

A comunicação direta entre os jogadores foi outro aspecto salientado: “É muito importante. Sempre tentámos assumir responsabilidades. Comunicamos muito, falamos frequentemente entre nós e, nos momentos livres no hotel, também analisamos jogos em pequenos grupos.” Rabiot concluiu realçando que, apesar do papel fundamental da equipa técnica, só os jogadores sentem certas dinâmicas dentro do campo: “Desde o início do torneio sentimos que falamos a mesma língua, temos o mesmo desejo e o mesmo objetivo. Estamos todos a puxar para o mesmo lado e essa energia vê-se durante os jogos.”

Com esta postura forte e unida, a França mostra-se preparada para desafiar Espanha e seguir em frente rumo à final do Mundial.

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