Terça-feira, Janeiro 27, 2026

Roy Keane critica Sir Alex Ferguson pelo declínio do Manchester United

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A lenda do Manchester United, Roy Keane, não tem papas na língua quando se trata de criticar o que considera ser uma queda acentuada do clube. O ex-capitão da equipa, conhecido por sua franqueza e opiniões contundentes, lançou um ataque feroz ao icônico Sir Alex Ferguson, responsabilizando-o pela prolongada crise que assola o clube. As suas declarações, que prometem provocar reações acaloradas entre os adeptos, são um claro reflexo de uma frustração crescente em relação à gestão do Manchester United.

Durante uma aparição no programa Sky Sports, Keane fez questão de destacar o papel de Ferguson na estrutura do clube, questionando a sua permanência na tomada de decisões muito depois da sua aposentadoria. “O que acontece nestas entrevistas de emprego? Estou intrigado. Por que continuam a dar trabalho a certas pessoas? Passados 12, 14 meses, dizem ‘ele não é o tipo certo para nós’,” desabafou Keane, lançando uma luz crítica sobre a dinâmica interna que, segundo ele, ainda é influenciada por Ferguson.

O antigo médio não se coibiu de mencionar diretamente o envolvimento de Ferguson e do ex-diretor-executivo David Gill, afirmando que eles ainda se fazem sentir na gestão do clube. “Vemos quem está a tomar as decisões no Manchester United… ainda temos Ferguson e Gill a pairar como um mau cheiro,” disparou Keane, sublinhando a sua insatisfação com a situação atual da equipa.

Contudo, a crítica de Keane não se limitou apenas à figura de Ferguson. Ele também apontou o dedo aos jogadores presentes na atual formação, evidenciando que a responsabilidade pela degradação do clube não recai apenas sobre a gestão, mas também sobre aqueles que vestem a camisola do Manchester United. A combinação de um legado poderoso como o de Ferguson e o desempenho insatisfatório da equipa gerou um ambiente de tensão, e Keane, sem dúvida, não tem medo de expor a verdade.

As palavras de Roy Keane servem como um alerta para os responsáveis do Manchester United, que parecem perdidos na busca por um novo rumo. Com uma base de adeptos que permanece apaixonada pelo clube, a pressão sobre a direção e os jogadores só tende a aumentar. O que está em jogo não é apenas a performance em campo, mas a identidade e a grandeza de um dos clubes mais icónicos do futebol mundial. A questão que se coloca agora é: quem terá a coragem de mudar o rumo da história do Manchester United antes que seja tarde demais?

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