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INTERNACIONAL · 3 min de leitura

Tuchel espera que jogadores ingleses se orgulhem da medalha histórica

Tuchel espera que jogadores ingleses se orgulhem da medalha histórica

Thomas Tuchel espera que os jogadores ingleses sintam orgulho pelo terceiro lugar no Mundial, apesar de não terem alcançado o título. A Inglaterra garantiu a medalha de bronze após vencer a França por 6-4 num jogo frenético no Estádio de Miami, alcançando o melhor resultado desde o triunfo em 1966, quando foi anfitriã do torneio.

O treinador alemão destacou a importância deste feito: “É a primeira medalha em 60 anos, o melhor Mundial em solo estrangeiro. Por isso, espero que os jogadores possam orgulhar-se disso com o tempo.” Contudo, Tuchel reconheceu a ambição da equipa e o sofrimento pela derrota: “Somos ferozmente competitivos, por isso quase não nos permitimos sentir orgulho pelo terceiro lugar porque, há 18 meses, definimos o objetivo mais alto… chegar à final e vencer o Mundial. É muito, muito doloroso quando se falha. A dor vai ficar por algum tempo.”

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Após a derrota por 2-1 frente à Argentina nas meias-finais, Tuchel enfrentou críticas severas devido às opções tácticas defensivas que tomou após a equipa ter inaugurado o marcador. Sobre isso, o técnico afirmou numa conferência de imprensa: “A conferência de ontem pareceu como se tivéssemos saído na fase de grupos sem uma vitória, para ser muito sincero. A melhor coisa que podemos fazer é reagir no campo e conseguir a próxima vitória. Tudo o resto é apenas conversa, e falar não dá pontos nem vitórias.” Para Tuchel, a resposta da equipa no encontro pelo terceiro lugar foi impressionante: “Fico contente por termos mostrado uma reação. Queríamos essa reação, e foi muito impressionante.”

A exibição de Bukayo Saka, autor de um hat-trick contra a França, levantou questões sobre a sua ausência no jogo das meias-finais. Tuchel explicou a decisão: “Foi uma decisão difícil deixar o Saka de fora na meia-final. Estive cauteloso devido a uma lesão no tendão de Aquiles que ele tem gerido nos últimos meses.” O treinador justificou a escolha por Morgan Rogers, destacando a sua fisicalidade: “Senti que o Morgan podia oferecer algo especial com a sua presença física contra a Argentina.” Tuchel acrescentou que o plano era poder utilizar Saka, que chegou a aquecer várias vezes durante o jogo, mas que as circunstâncias alteraram a decisão final. Enfatizou ainda que a opinião sobre Saka não mudou: “Nada mudou durante o Mundial para mim. O Bukayo é um companheiro fantástico, um futebolista fantástico, um jogador chave para nós, e isso não vai mudar. Ele provou isso hoje e estou feliz por ele.”

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