Saltar para o conteúdo

Resultados

TERMINADOChampions League
Roma3
Real Madrid4
TERMINADOChampions League
Man City2
PSG4
TERMINADOChampions League
Bodø/Glimt1
Dortmund0
TERMINADOChampions League
Aston Villa6
Fenerbahçe0
TERMINADOChampions League
Real Betis3
Porto2
TERMINADOChampions League
Shaktar3
PAE AEK1
TERMINADOChampions League
Sl. Bratislava0
Stuttgart3
TERMINADOChampions League
LASK3
Liverpool6
GOLF · 3 min de leitura

Charley Hull e Georgia Hall protagonizam dia caótico no women’s scottish open

Charley Hull e Georgia Hall protagonizam dia caótico no women’s scottish open

Charley Hull e Georgia Hall protagonizaram momentos dramáticos e quase surreais no primeiro dia do ISPS Handa Women’s Scottish Open, disputado no Dundonald Links, na Escócia. Enquanto Jenny Shin e Lauren Coughlin aproveitaram as condições adversas para liderar com 66 pancadas, Hull e Hall foram vítimas de verdadeiras calamidades que marcaram o dia.

Hull, número 7 do mundo, assinou um inacreditável nove no quinto buraco, um par-5, numa sequência de falhas impressionantes. Com um putt para birdie de cerca de 4,5 metros, a inglesa mandou a bola para lá do pin, que estava estrategicamente colocado numa posição complicada. Tentou levantar a bola para o green, mas esta recuava repetidamente até que, finalmente, conseguiu colocar a bola no green e concluir com um quadruplo-bogey que a deixou visivelmente frustrada. No final, Hull registou um total de 78 pancadas, seis acima do par. “Não vou dizer o que a Charley disse”, comentou a sua companheira de jogo e campeã em título, Lottie Woad, com um sorriso irónico.

Woad, que venceu este torneio no ano passado na sua estreia profissional, conseguiu um birdie no mesmo buraco, terminando com 74. “Tinha um putt para eagle de três metros, mas depois do que vi da Charley, decidi jogar para deixar a bola próxima, o que não é ideal”, comentou Woad. “O pin estava colocado no fundo do green, que tem uma inclinação para trás, e com o vento forte, era uma escolha muito arriscada.” A espanhola destacou a dificuldade acrescida do campo este ano, devido à firmeza do terreno e ao vento intenso, que tornaram alguns buracos, especialmente na primeira volta, especialmente desafiantes.

Para Georgia Hall, que regressava à LPGA após ser mãe, o dia foi igualmente complicado. A britânica anotou um 10 no 14.º buraco, resultado de uma série de erros que culminaram numa bola perdida e três putts. “Nunca tinha tido um 10 antes, pelo menos que me lembre,” confessou Hall com um sorriso filosófico. “Foi um início duro, mas o meu filho estava a aproveitar a tarde no carrinho, o que me deu ânimo.” Hall terminou com 82 pancadas e prometeu melhorar no segundo dia, focando-se já no próximo grande desafio: o AIG Women’s Open em Royal Lytham, onde conquistou o seu maior título em 2018.

No topo da tabela, Jenny Shin, vencedora de um torneio da LPGA há dez anos, destacou-se com sete birdies para um cartão de 66. Lauren Coughlin, campeã escocesa em 2024, somou oito birdies e completou o dia com uma ronda de 66, beneficiando de uma exibição sólida nos greens. “Consegui quase todos os putts que tentei, o que facilita muito”, afirmou Coughlin.

A consagrada Anna Nordqvist manteve a forma com 70 pancadas, enquanto a atual número um mundial, Nelly Korda, iniciou com 72. No plano nacional, a jovem escocesa Hannah Darling resistiu às dificuldades e recuperou na segunda metade do percurso, fechando com 75. “Estou orgulhosa por ter aguentado a pressão”, disse Darling, satisfeita por limitar os estragos num dia marcado por tantas dificuldades.

Este primeiro dia do Women’s Scottish Open ficará para a memória como um episódio de altos e baixos intensos, onde a resiliência e a gestão das condições adversas fizeram toda a diferença. A luta continua nas próximas jornadas, com a expectativa de que Hull e Hall consigam recuperar e que as líderes mantenham a pressão na busca pelo título.


Discover more from Apito Final

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Gostaste? Partilha com a malta.
WhatsApp X