Rory McIlroy arrancou com tudo no Genesis Scottish Open, ao assinar uma impressionante volta de 65 pancadas, cinco abaixo do par, colocando-se na liderança partilhada do torneio após o primeiro dia. A competição, que decorre em North Berwick, conta ainda com Patrick Cantlay, Tom Kim, Rasmus Hojgaard e Bernd Wiesberger também no topo da tabela, todos a igualar o resultado de McIlroy e a prometer emoção para a segunda ronda.
Logo atrás deste quinteto de líderes, encontra-se um grupo perigoso, apenas a uma pancada de distância, que inclui nomes sonantes como Brooks Koepka e Min Woo Lee. Outros favoritos, como o número um mundial Scottie Scheffler, Matt Fitzpatrick, Tommy Fleetwood, Viktor Hovland e o campeão em título Chris Gotterup, terminaram igualmente o dia com resultados negativos e mantêm-se bem posicionados para atacar os lugares cimeiros, tornando a luta pelo título ainda mais aberta após 18 buracos disputados.

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No que diz respeito à prestação dos jogadores da casa, Robert MacIntyre e Calum Hill destacaram-se entre os escoceses. MacIntyre mostrou-se tranquilo com o seu arranque, conseguindo um sólido 67, três abaixo do par. O escocês terminou a ronda com uma excelente recuperação no último buraco, salvando o par e garantindo um início positivo no torneio. Mais tarde, Calum Hill juntou-se-lhe no mesmo resultado, reforçando o papel dos jogadores locais nesta edição do Scottish Open.
Rory McIlroy, após a sua exibição de estreia, sublinhou a importância do torneio no calendário internacional e lançou o alerta quanto à possibilidade do evento se tornar exclusivo para membros da Championship Series da PGA Tour: “Temos de ter cuidado com isso”, afirmou McIlroy, referindo-se à hipótese do Scottish Open passar a ser apenas para certos jogadores. “Porque depois estes Openes nacionais perdem a essência do que são, não é? Não podes chamar-te Open nacional se o torneio passa a estar fechado e só entram alguns. Acho que este (o Scottish Open) é perfeito, é a preparação ideal para o Open Championship. Vi o quão bem tem funcionado nos últimos anos e, sem dúvida, sinto que é o modelo a seguir para muitos outros Openes nacionais.”
A disputa pelo prémio de 1,62 milhões de dólares, inserido num total de nove milhões em jogo, está ao rubro e a segunda ronda promete ainda mais drama à medida que os candidatos ao título procuram cimentar a sua posição antes do fim-de-semana. Com nomes de peso tão próximos do topo, antevê-se uma luta renhida e imprevisível, onde cada buraco pode fazer toda a diferença no destino final do troféu.
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