Scottie Scheffler lamenta erro crucial no Masters de 2026

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No coração do mítico Augusta National, o número um mundial do golfe, Scottie Scheffler, protagonizou uma segunda ronda de altos e baixos no 90.º Masters, deixando os fãs apreensivos e sedentos por respostas. Após um início tremido com dois golpes acima do par nas primeiras cinco buracos, Scheffler conseguiu recuperar até igualar o par do dia, mas um erro crucial no par 5 do buraco 13 custou-lhe caro e ficou a marcar a sua prestação num 2-over 74, deixando-o empatado no 22.º lugar com um total de 144 após 36 buracos.

No emblemático 13.º buraco, Scheffler preparava-se para uma tacada decisiva com ferro 3, mirando uma bandeira colocada na parte traseira direita do green, quando o golpe não saiu como planeado. A bola, curta, não ultrapassou o sinuoso Rae’s Creek e acabou por embater na água, obrigando-o a fazer um drop e, finalmente, a registar um bogey que poderia ter sido evitado. “Simplesmente não consegui dar o efeito suficiente”, confessou o próprio jogador, explicando as dificuldades adicionais que enfrentou devido ao vento e à posição dos obstáculos naturais. “Foi um golpe difícil, mas senti que podia fazer algo especial para aquela posição da bandeira.”

Mas o drama não ficou por aqui. No par 5 do buraco 15, Scheffler voltou a ser vítima do temível Augusta, ao ver a bola deslizar novamente para a água atrás do green, após uma abordagem que acabou por ficar longa demais. Desta vez, o americano não culpou o seu golpe, mas sim uma mudança inesperada na direção do vento, que tornou impossível converter as oportunidades que se iam acumulando no final da volta. “Foi frustrante. Consegui repor o par, tinha dois par 5 pela frente, mas não consegui tirar proveito de nenhuma situação. Dei um bom golpe, mas o vento virou contra mim”, desabafou.

Apesar de tudo, Scheffler mantém a calma e a confiança inabalável. Com o objetivo claro de conquistar o seu terceiro Green Jacket, o líder do ranking mundial reconhece que as margens de erro em Augusta são mínimas e que a chave está nos pormenores. “Não há razão para entrar em pânico. Vou trabalhar no campo de treino, ajustar o meu swing e descansar para chegar forte ao fim de semana”, garantiu.

Este Masters está a revelar-se uma batalha titânica onde cada tacada conta e onde o número um do mundo está determinado a virar a maré, mostrando que mesmo os melhores enfrentam dias complicados na caça ao título mais cobiçado do golfe mundial. Os olhos estão postos em Scheffler para ver se consegue ultrapassar as dificuldades e emergir como o grande protagonista deste lendário torneio.

Este artigo aparece primeiro em Apito Final.


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