Terça-feira, Fevereiro 24, 2026

Alexandra Eala brilha como uma estrela do ténis feminino em ascensão

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A nova estrela do ténis feminino, Alexandra Eala, está a provocar uma verdadeira revolução no circuito, e os principais nomes do desporto não hesitam em reconhecer o seu impacto. Numa recente conversa no podcast “Nothing Major”, Sam Querrey, Steve Johnson, John Isner e Jack Sock debateram a ascensão meteórica da jovem tenista filipina, comparando-a a figuras icónicas do desporto e analisando a sua influência crescente no cenário internacional. Eala, que já é considerada uma verdadeira “rock star”, pode estar a caminho de se tornar a maior atracção do ténis feminino a nível mundial.

Durante o segmento “Querrey's Query”, Sam Querrey levantou uma questão provocadora: “Alexandra Eala é, neste momento, a maior atracção do ténis feminino? É maior que Sabalenka? É maior que Coco?” A resposta de Steve Johnson foi imediata e entusiástica: “É louco! Ela está a ter um efeito semelhante ao que Fonseca teve no lado masculino no ano passado em Miami. Todos os courts na Austrália estão cheios. E em Dubai, o mesmo. As multidões que ela atrai são simplesmente insanas.”

Johnson sublinhou que a base de fãs filipina está a impulsionar este fenómeno, afirmando: “Não consigo pensar em nada parecido. É como Fonseca, mas parece-me que é ainda maior.” John Isner corroborou a afirmação, referindo-se ao apoio massivo que Eala recebeu durante os torneios no Médio Oriente, onde as multidões se mostraram “insanas” na sua defesa.

A atenção que Eala está a receber vai muito além do ténis. Johnson destacou que a jovem já foi capa da Vogue e que, caso vença um Grand Slam, o impacto será monumental: “Se ela ganhar um Slam, será uma das maiores conquistas do mundo.” Isner acrescentou que a indústria do ténis pode ter subestimado o potencial do mercado que Eala representa, afirmando: “É um mercado enorme. Finalmente, eles têm uma estrela no lado feminino do jogo.”

A transformação da imagem de Eala é notável. Johnson observou que ela era uma desconhecida até Miami do ano passado, mas agora é tratada como uma verdadeira superstar, mesmo sem estar entre as dez melhores do mundo. Este fenómeno já está a influenciar as decisões de agendamento nos torneios, com Eala a ser frequentemente alocada para jogar em courts principais devido à sua capacidade de atrair multidões.

Enquanto isso, a conversa desviou-se para o triunfo de Jessica Pegula no WTA 1000 de Dubai, onde ela derrotou Elina Svitolina com um impressionante 6–2, 6–4 na final. Johnson comentou a importância desta vitória para Pegula, destacando que é um passo crucial para solidificar a sua confiança em eventos de grande escala. Embora tenha reconhecido a ausência de jogadoras como Aryna Sabalenka e Iga Świątek no torneio, ele enfatizou que a conquista é significativa e que a confiança de Pegula se fortalecerá à medida que continua a competir em altos níveis.

Por outro lado, a prestação de Coco Gauff, que chegou às meias-finais em Dubai, também foi discutida, especialmente a sua luta contínua com o serviço. Isner apontou que, apesar das dificuldades, Gauff está a progredir na sua carreira. Johnson, no entanto, notou um momento de frustração visível entre Gauff e o seu treinador, sugerindo que a pressão para melhorar é palpável.

Jack Sock, sempre com um toque de humor, fez referência a um momento engraçado que envolveu uma paródia feita pela conta Tennis Centel, onde uma das segundas serves de Gauff foi dramatizada de forma cómica, levando a uma risada geral entre os participantes do podcast.

O que está claro é que Alexandra Eala não é apenas uma promessa, mas um fenómeno em ascensão que pode mudar para sempre o panorama do ténis feminino. A sua capacidade de atrair fãs e gerar entusiasmo já está a deixar a sua marca, e o mundo do desporto está a prestar atenção. Com a sua estrela a brilhar intensamente, o que mais estará reservado para esta jovem talentosa?

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