Emma Raducanu causou furor este fim-de-semana ao ser fotografada em clima de romance com John Friend, um executivo de relações públicas britânico de 32 anos, num parque de Londres. As imagens, divulgadas a 15 de Junho, mostram a tenista e o novo namorado a trocar beijos apaixonados num banco de jardim em Battersea Park, pondo fim a meses de rumores que a ligavam sentimentalmente a Carlos Alcaraz. Enquanto todos esperavam esclarecimentos, Raducanu não deixou margem para dúvidas: Alcaraz é apenas amigo, e o coração da campeã britânica tem agora um novo dono.
A estrela do ténis, de 23 anos, foi recentemente derrotada por Donna Vekic (6-0, 7-6[6]) na final do Queen’s Club Championships, o seu terceiro grande jogo decisivo em solo britânico. Após esta desilusão, Raducanu retirou-se do Nottingham Open, onde deveria enfrentar Karolina Pliskova, antiga líder do ranking mundial. A sua vida pessoal, porém, invadiu as manchetes quando foi vista a passear descontraidamente de mãos dadas com John Friend, afastando de vez quaisquer suspeitas de romance com Carlos Alcaraz. “Emma e o seu companheiro pareciam alheios ao mundo enquanto passeavam pelo parque”, escreveu o jornalista d’O Sun, que revelou as imagens exclusivas.

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A vida amorosa de Raducanu sempre foi alvo de especulação, especialmente depois do seu meteórico triunfo no US Open de 2021. A própria tenista já admitiu, em entrevista, que “os meus pais sempre foram contra porque interferia com o treino”. Ainda assim, em 2023, foi associada ao bilionário Carlo Agostinelli, com quem foi vista na Semana da Moda de Paris, antes de alegadamente terminar a relação e bloquear Agostinelli nas redes sociais. O nome de Carlos Alcaraz voltou a circular após ambos terem sido vistos juntos em vários eventos, incluindo propostas para jogarem pares mistos no US Open e a presença de Raducanu na meia-final do Queen’s Club Championships de Alcaraz no ano passado. Apesar das insinuações, Raducanu deixou sempre claro: “É bom, e acho que todos valorizamos as ligações que temos desde pequenos”, disse, referindo-se à amizade com o espanhol, já vencedor de sete Grand Slams.
A relevância deste episódio vai muito além do simples interesse em celebridades. Raducanu, uma das figuras mais mediáticas do ténis mundial, continua a ser observada ao detalhe tanto dentro como fora do court. A tenista britânica tem enfrentado uma carreira marcada por lesões, trocas constantes de treinadores e resultados irregulares, sendo constantemente pressionada a apresentar resultados que confirmem o seu potencial. A estabilidade emocional e pessoal poderá ser fundamental para que Raducanu recupere o foco e a consistência necessários para voltar a vencer ao mais alto nível.
No plano técnico, a relação com Andrew Richardson volta a dar que falar. Tim Henman, antigo jogador e agora comentador, manifestou esperança de que Raducanu mantenha Richardson na sua equipa técnica: “Acho óptimo que o Andrew Richardson esteja de volta ao seu lado. Ele conhece-a há muitos anos, bem antes do sucesso no US Open. É um excelente treinador e, com sorte, a Emma vai manter esta equipa”, afirmou Henman à Sky Sports. O britânico sublinhou ainda que “consistência e continuidade são o que tem faltado nos últimos anos”, alertando para a importância de dar tempo ao novo ciclo para florescer.
Com Wimbledon a arrancar a 29 de Junho, Raducanu nunca ultrapassou os oitavos-de-final no All England Club, tendo atingido essa ronda por duas vezes (2021 e 2024). Este ano, chega ao torneio com duas finais disputadas: além da recente final em Londres, esteve também na final do Transylvania Open em Fevereiro, onde perdeu para Sorana Cirstea. A ausência de Alcaraz em Wimbledon, devido a uma lesão no pulso agravada em Barcelona e que o afastou também de Roland Garros, tira algum mediatismo ao torneio, mas aumenta as atenções sobre Raducanu, que terá agora de provar que pode brilhar sem distrações extra-desportivas.
O próximo passo será crucial para Raducanu: com a vida amorosa finalmente esclarecida e a equipa técnica estabilizada, o palco de Wimbledon apresenta-se como uma oportunidade dourada para reescrever o seu próprio conto de fadas. O público britânico espera nada menos do que uma prestação à altura do talento que já demonstrou, enquanto os olhos do mundo continuam atentos a cada movimento — dentro e fora do court.
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