Iga Swiatek avisada para melhorar mentalidade após derrota no us open

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Iga Swiatek enfrenta uma dura realidade após a sua eliminação no US Open, onde foi derrotada pela jogadora chinesa Zheng Qinwen. Este resultado alarmante levanta sérias questões sobre a sua forma e, em particular, sobre o seu serviço, que foi alvo de críticas por especialistas. A ex-número um do mundo viu-se numa situação desconfortável, depois de ter começado a partida de forma dominante, com uma vantagem de 5-0, mas não conseguiu manter o ímpeto e acabou por perder o primeiro set por 7-5, e o segundo por 6-3.

O desempenho de Swiatek no torneio não apenas marca a sua primeira ausência de títulos de Grand Slam desde 2021, mas também destaca a necessidade urgente de melhorias na sua técnica. A vitória de Zheng, que alcançou os quartos de final de um torneio do Grand Slam pela primeira vez desde o Open da França de 2025, realça ainda mais a gravidade da situação para a polaca. O seu percurso foi dificultado por lesões nos últimos anos, tendo mesmo que passar pelas qualificações para chegar ao quadro principal em Flushing Meadows.

Mats Wilander, ex-número um do mundo, elogiou a resiliência de Zheng, mas não poupou críticas a Swiatek. Em declarações à Eurosport e HBO Max, mencionou: “Swiatek realmente não conseguiu fazer nada. Ela precisa de servir melhor, o serviço tem de ser uma arma no ténis feminino hoje em dia e o dela não é realmente uma arma. Ela tem de trabalhar nesse serviço.” Este conselho sublinha a pressão sobre Swiatek para reavaliar e aperfeiçoar o seu jogo à medida que se aproxima da próxima temporada.

A ex-número um britânica, Johanna Konta, também expressou surpresa pela incapacidade de Swiatek em ajustar-se ao ritmo de Zheng, especialmente após a mudança de momentum quando a chinesa começou a encontrar o seu jogo. “Acredito que, a partir de 5-2, Iga ficou um pouco hesitante e sentiu a mudança de momentum. Isso assustou-a e fez com que se sentisse desconfortável,” disse Konta. A jogadora destacou a capacidade de Zheng de manter a pressão e a sua versatilidade nas trocas de bola, tornando-a uma adversária difícil para Swiatek.

Com a temporada a aproximar-se do fim, a pressão aumenta sobre Swiatek para corrigir as suas falhas e preparar-se para os desafios que se avizinham. O próximo passo será crucial para a polaca, que terá de encontrar soluções rápidas para voltar a ser uma força dominante no circuito.


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