Jessica Pegula persegue o primeiro lugar no ranking no us open

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Jessica Pegula está a um passo de concretizar um sonho que persegue desde os sete anos: alcançar o primeiro lugar do ranking mundial da WTA. Para isso, a tenista norte-americana sabe que a única forma de o conseguir é vencer o US Open. Com Aryna Sabalenka a dominar a tabela, Pegula enfrenta um desafio monumental, que vai muito além da luta por um título de Grand Slam.

A atual número três do mundo expressou a sua ambição de forma clara: “O meu objetivo quando era mais nova na verdade não era ganhar um Slam. Era ser número um… Ser número um no mundo em algo é incrível… É definitivamente uma motivação extra.” Para Pegula, ganhar o US Open é crucial, mas a tarefa não é simples. Além de ter de triunfar, ela precisa que Elena Rybakina não chegue às semifinais, uma vez que isso garantiria à jogadora da Cazaquistão o primeiro lugar do ranking.

Sabalenka lidera atualmente com 8.575 pontos, seguida de Rybakina com 8.141 e Pegula com 7.265. A pressão sobre Pegula aumenta à medida que o torneio avança. Se conseguir vencer o US Open, Pegula tornaria-se a jogadora mais velha a alcançar o primeiro lugar do ranking na história da WTA, superando Angelique Kerber, que atingiu essa marca aos 28 anos e 238 dias.

A rivalidade com Sabalenka intensifica-se ainda mais, especialmente considerando os encontros anteriores. Pegula já perdeu duas vezes para a bielorrussa em momentos cruciais, sendo a última na semifinal de 2025, onde, apesar de ter começado forte, não conseguiu manter a vantagem. A tenista americana começou o US Open de forma convincente, derrotando Elena-Gabriela Ruse por 6-3, 6-2, demonstrando um bom controlo do jogo e uma execução eficaz.

Agora, a sua jornada torna-se mais exigente, com potenciais adversárias como Sofia Kenin, Leylah Fernandez e Cirstea pela frente, seguido possivelmente de Karolina Muchova nos quartos-de-final. As semifinais podem trazer novamente Sabalenka, enquanto Rybakina é uma possibilidade real na final. Cada vitória é crucial, pois sete triunfos podem transformar o sonho de infância de Pegula em realidade.

Além da luta pelo ranking, o US Open deste ano apresenta um recorde de 108 milhões de dólares em prémios, o que aumenta a importância e a visibilidade do torneio. Pegula e outros jogadores têm-se manifestado em apoio a uma maior partilha de receitas e condições melhores para os atletas. Com a criação de um Conselho Consultivo de Jogadores, a esperança é que a voz dos tenistas seja ouvida nas decisões que moldam o futuro do ténis.

Pegula elogiou os esforços dos jogadores para se unirem e conseguirem melhorias significativas este ano. “Estamos a ver que o ténis está a começar a avançar na direção certa como desporto,” disse ela, sublinhando a importância do novo conselho e da luta pelos direitos dos jogadores. A pressão está sobre ela, mas a oportunidade de alcançar o número um nunca foi tão próxima.


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