Após o empate sem golos entre México e Portugal no icónico Estádio Azteca, o selecionador nacional Roberto Martínez expressou a sua satisfação com o desempenho da equipa, apesar da ausência de Vitinha. Este jogo particular, que serviu como preparação para o Mundial de 2026, deixou os adeptos curiosos sobre a capacidade da seleção portuguesa em controlar o jogo sem um dos seus jogadores-chave.
Martínez começou por agradecer ao povo mexicano pela calorosa receção, sublinhando a importância da experiência: “Primeiro, agradecer ao povo mexicano pela fantástica receção que nos proporcionou. Foram dias fantásticos, não só de convívios. De Portugal agradecemos esse apoio e carinho.” A presença de Vitinha na seleção é inegável, sendo considerado um jogador de excelência, capaz de dominar o jogo: “O Vitinha é um jogador de um nível excelente. Sabe ter bola, defender o jogo com bola, levar o jogo para onde precisamos.”
O técnico espanhol revelou que o objetivo do encontro era avaliar como a seleção poderia funcionar sem o seu elemento fulcral: “E hoje queríamos perceber se conseguíamos ver Portugal a controlar o jogo sem Vitinha. E fiquei muito satisfeito. Mas sim, é verdade que é uma referência para nós.” A capacidade de adaptação da equipa foi uma das chaves para este teste, que, embora não tenha resultado em golos, trouxe aprendizagens valiosas.
Questionado sobre a estratégia do México, que se mostrou competitiva e bem organizada, Martínez não se mostrou surpreendido. “Respeitamos muito e damos muito mérito ao que o mister Aguirre fez com a seleção. Estão sempre muito bem organizados, são muito competitivos, é uma seleção que joga como um clube.” A equipa portuguesa teve dificuldades iniciais, levando cerca de 20 minutos para se encontrar em campo, algo que o selecionador atribui ao tempo decorrido desde o último jogo oficial da seleção: “Passaram cinco meses desde novembro, desde o último jogo… Mas acredito que foi um jogo muito competitivo, muito bom taticamente.”
Embora a falta de golos possa não ter agradado aos adeptos, Martínez acredita que o encontro proporcionou ensinamentos importantes para o futuro: “Talvez não tão bom para os adeptos porque não houve golos, mas taticamente vamos tirar muitas conclusões.” A análise do jogo promete ser um passo crucial na preparação de Portugal para os desafios que se avizinham no Mundial.
À medida que a seleção se prepara para o próximo grande torneio, a capacidade de adaptação e a gestão da equipa sem jogadores essenciais como Vitinha serão testadas mais uma vez, deixando os adeptos ansiosos pelo desempenho da equipa nas competições futuras.
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