Hansi Flick está a escrever uma história de sucesso inigualável no mundo do futebol, e a sua mais recente conquista com o Barcelona solidifica ainda mais a sua reputação como um dos treinadores mais eficazes da atualidade. Com um impressionante recorde de oito finais disputadas e oito vitórias, Flick não conhece a derrota quando se trata de jogos decisivos. Após um percurso brilhante no comando do Bayern Munique, onde conquistou cinco títulos, o treinador alemão agora brilha à frente dos blaugrana, conquistando a sua terceira taça com o clube catalão, que inclui a recente vitória na Supertaça de Espanha.
“Merecemos ganhar. Não eu, o treinador, mas a equipa. É fantástico treinar esta equipa”, declarou um satisfeito Hansi Flick após o triunfo. As palavras do treinador ressoam a determinação e a unidade que caracterizam a sua gestão, enquanto Xabi Alonso, em tom pragmático, sintetizou a situação: “Há que mudar de página o mais rápido possível. De todas as provas que jogamos esta é a menos importante.”
A Supertaça de Espanha, disputada na vibrante cidade de Jeddah, Arábia Saudita, foi um espetáculo à parte, com o Barcelona a superar o seu eterno rival, o Real Madrid, por 3-2, conquistando assim a sua 16.ª Supertaça. Este triunfo coloca os catalães ainda mais perto de igualar o histórico número de troféus conquistados pelos merengues, com a contagem a situar-se agora em 106 para o Real Madrid e 103 para o Barcelona. Uma batalha intensa e acirrada pela supremacia histórica do futebol espanhol continua, e este jogo foi um claro reflexo disso.
Com 62 mil apaixonados adeptos a vibrar nas bancadas, a partida teve momentos de pura adrenalina e emoção. O Barcelona mostrou-se como a equipa mais ousada desde o início, e Raphinha foi a estrela do espetáculo, marcando dois golos cruciais. O primeiro surgiu de uma jogada simples, aos 36 minutos, onde o brasileiro, sem hesitar, fez o remate certeiro, abrindo o marcador. Contudo, o Real Madrid não tardou a responder com um golo de Vinícius, que, num momento de inspiração, igualou a partida aos 45+2 minutos.
O primeiro tempo foi eletrizante, com um verdadeiro festival de golos que parecia um jogo de pingue-pongue. Pedri e Gonzalo García também deixaram a sua marca, colocando o Barcelona em vantagem novamente antes do intervalo. Na segunda parte, Raphinha voltou a brilhar, marcando o seu segundo golo de forma acrobática, enquanto o Real Madrid tentava, sem sucesso, encontrar o caminho do empate. Apesar das tentativas de Carreras e Asencio nos minutos finais, o Barcelona manteve a vantagem, garantindo a vitória em mais uma final sob o comando de Hansi Flick.
Esta vitória na Supertaça não é apenas um troféu; é uma declaração de intenções do Barcelona sob a liderança de um treinador que provou ser imbatível em finais. Com cada conquista, a lenda de Hansi Flick cresce, e o mundo do futebol observa com expectativa o que o futuro reserva para este clube em ascensão.
