Rodri afirma que passado no Atlético não o impede de brilhar no Real Madrid

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Rodri, o astro do Manchester City e recente vencedor da Bola de Ouro de 2024, deixou os fãs em alvoroço ao afirmar que não descarta a possibilidade de um dia vestir a camisola do Real Madrid, apesar da sua ligação anterior ao rival Atlético de Madrid. A declaração, feita durante uma conversa no programa “Radioestadio Noche” da Onda Cero, levanta questões sobre o futuro do médio-defensivo e suas ambições no futebol espanhol.

“Ter jogado no Atlético de Madrid não me impede de jogar no Real Madrid. Há mais jogadores que fizeram esse percurso. Não diretamente, com o tempo. Não podes renunciar aos melhores clubes do mundo”, disse Rodri, de 29 anos, evidenciando a sua visão pragmática sobre a carreira. O jogador, que se encontra a representar a seleção espanhola durante esta pausa internacional, também comentou a sua situação contratual, que o liga ao Manchester City até 2027. Rodri não hesitou em admitir que está aberto a discutir uma possível renovação com os “citizens”, mas não exclui a ideia de regressar a Espanha.

“Se alguma vez ouvi que ao presidente e ao diretor-geral do Madrid lhes agrada Rodrigo Hernández? Não sei… comigo não falam. Falam com o meu agente”, revelou, numa declaração que pode acirrar ainda mais os ânimos entre os adeptos dos dois clubes rivais.

Além de discutir o seu futuro, Rodri também refletiu sobre a sua recente conquista da Bola de Ouro, onde superou outros grandes nomes, incluindo o brasileiro Vinícius Júnior, do Real Madrid. “Acho que quiseram colocar o Vinícius contra mim e para nada… Eu sinto um grande respeito por ele, por tudo o que fez naquele ano… No final, são outras pessoas que decidem quem ganha a Bola de Ouro. Na gala, não me preparei para nada, não sabia que ia ganhar”, confessou, mostrando-se humilde apesar do prestígio da sua vitória.

Rodri também traçou um paralelo entre a sua carreira e as aspirações da seleção espanhola para o Mundial de 2026, após a vitória no Europeu de 2024. “Desde que chegou [o selecionador] Luis de la Fuente, temos um leme muito claro: viver cada jogo como uma final. Fomos demonstrando o nosso potencial pouco a pouco. Estou convencido de que Espanha vai estar lá. Espanha ganhou um Mundial com dois médios-defensivos. A riqueza que De la Fuente tem para poder combinar muitas peças é fundamental. No Mundial vamos ganhar. Nunca tivemos dúvidas com essa equipa, sabíamos a matéria-prima que havia”, afirmou, com uma confiança contagiante.

Rodri, com a sua visão clara e objetivos ambiciosos, continua a ser uma figura central no futebol mundial, e a sua disposição para explorar novas oportunidades, mesmo que isso signifique cruzar a ponte para o rival histórico, promete manter os adeptos em suspense. O futuro é incerto, mas uma coisa é certa: Rodri não se deixa intimidar pelas rivalidades e continua a traçar o seu próprio caminho no desporto que tanto ama.

Este artigo aparece primeiro em Apito Final.


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