O regresso de Zinedine Zidane ao comando técnico do futebol parece estar mais perto do que nunca, com rumores que se tornaram quase uma certeza. Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), deixou escapar, sem revelar nomes, que já há um acordo verbal para que Zidane assuma o cargo de selecionador nacional após o Mundial de 2026. Esta revelação agita o universo do futebol, especialmente após uma longa ausência de Zidane das bancadas, desde que deixou o Real Madrid em 2021.
A saída de Zidane do clube merengue pegou muitos de surpresa. Ele deixou claro que não se sentia apoiado pela hierarquia do clube, numa carta aberta que deixou os fãs perplexos. Desde então, o ex-jogador francês tem sido associado a várias equipas de topo, incluindo o regresso ao Real Madrid, Manchester United, Paris Saint-Germain e Juventus. No entanto, Zidane tem rejeitado todas as propostas que lhe foram apresentadas até agora, mantendo um silêncio estratégico que tem alimentado as especulações.
Diallo, em declarações ao Le Figaro, confirmou que conhece o sucessor de Didier Deschamps para a seleção francesa, e o nome que está a ganhar força é o de Zidane. De acordo com o jornalista Julien Laurens, já existe um entendimento entre as partes para que Zidane assuma as rédeas da seleção francesa logo após a competição que decorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá. Esta mudança já era esperada, uma vez que a saída de Deschamps foi oficialmente confirmada.
O relacionamento de Zidane com Kylian Mbappé, avançado estrela do Real Madrid, é um ponto a destacar. Zidane teve um papel fundamental na contratação de Mbappé, e agora, ambos estão prestes a unir forças na seleção francesa, o que promete ser uma parceria explosiva. Além disso, Zidane também teve influência na chegada de outros talentos ao clube, como Aurelien Tchouameni e Eduardo Camavinga, e a expectativa é que esses jogadores sejam cruciais sob a sua liderança.
A perspectiva de Zidane a comandar Les Bleus traz uma nova esperança para os fãs do futebol francês, que aguardam ansiosamente por um novo ciclo sob a sua orientação. A sua experiência, visão de jogo e capacidade de gerir estrelas são qualidades que o tornam um candidato ideal para revitalizar a seleção nacional. Com o Mundial à porta, a França pode estar prestes a entrar numa nova era gloriosa.
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