Florida em choque: Procuradores exigem registos médicos de Tiger Woods após acidente grave e suspeita de DUI!
A tempestade legal em torno do lendário golfista Tiger Woods intensifica-se! Depois do impressionante acidente de carro em Palm Beach, que deixou o mundo do desporto em suspense, as autoridades da Florida avançaram com uma ação judicial para obter os registos detalhados das prescrições médicas de Woods. Esta movimentação dramática lança luz sobre a complexa batalha do atleta contra a dor crónica e os possíveis abusos de medicação.
Na passada terça-feira, o Ministério Público de Martin County apresentou um pedido formal de intimação à Lewis Pharmacy, exigindo todas as informações relacionadas com os medicamentos receitados a Tiger Woods desde o início do ano até ao fatídico dia 27 de março – data em que o golfista se envolveu num acidente que resultou no capotamento do seu veículo após embater num camião.
Segundo o documento oficial, os procuradores querem detalhes minuciosos que incluem: data e hora em que cada receita foi levantada, tipo de medicamento, número de comprimidos, dosagem, instruções específicas para a toma, data para a próxima renovação e todos os avisos, especialmente aqueles relacionados com a condução sob efeito dos fármacos.
A situação agravou-se ainda mais quando, no local do acidente, foi encontrado nas roupas de Woods duas pastilhas de hidrocodona – um opiáceo potente normalmente prescrito para dores severas e crónicas. O relatório da polícia revela que o golfista admitiu estar distraído, tendo declarado que estava a mexer no telemóvel e a mudar a estação de rádio quando falhou a travagem a tempo, provocando a colisão.
Os agentes que o avaliaram no local relataram múltiplos sinais de possível intoxicação: suor excessivo, olhos vermelhos e vidrados, movimentos lentos e letárgicos, além de soluços persistentes durante toda a abordagem. Woods negou ter ingerido álcool, mas confirmou que tinha tomado “alguns” medicamentos prescritos “mais cedo naquela manhã”.
O histórico médico do atleta é igualmente impressionante e preocupante: sete cirurgias às costas e mais de vinte operações nas pernas. Estes factores foram considerados decisivos pelas autoridades para adaptar os testes de sobriedade no local.
Em resposta ao caso, os advogados do golfista manifestaram a intenção de colaborar plenamente com o processo de investigação e descoberta de provas. Entretanto, Woods anunciou uma pausa na sua carreira para se dedicar ao tratamento, numa decisão que chocou fãs e especialistas.
Na última semana, um juiz autorizou o múltiplo campeão dos majors – com 15 títulos – a deslocar-se para um centro de tratamento internacional. A defesa alegou que esta mudança é uma “necessidade médica urgente”, justificando que o nível de cuidados exigido não pode ser assegurado de forma segura ou eficaz dentro dos Estados Unidos, especialmente tendo em conta as sucessivas violações da privacidade do atleta.
Este caso não é apenas mais um acidente de estrada; é a exposição pública da luta intensa de um dos maiores nomes do desporto mundial contra a dor, dependência e as pressões da fama. A espera por mais desenvolvimentos promete ser tensa e cheia de reviravoltas. Tiger Woods está numa encruzilhada, e o mundo observa atentamente cada passo deste capítulo dramático da sua vida.
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