Chelsea está a acelerar para garantir o próximo treinador principal e já iniciou contactos com vários candidatos de peso para assumir o comando técnico do clube londrino. Depois do despedimento de Liam Rosenior no mês passado, o clube azul de Londres não quer perder tempo e está a montar uma lista restrita de treinadores que podem reerguer a equipa.
Entre os nomes que já circulam nos bastidores estão Andoni Iraola, Xabi Alonso e Marco Silva — todos nomes com prestígio e experiência para comandar um gigante europeu. Para além destes, Oliver Glasner, atual treinador do Crystal Palace, também está a ser fortemente considerado pela direção do Chelsea, que não quer repetir erros do passado.
O interesse do Chelsea não se fica por treinadores tradicionais. Filipe Luís e Cesc Fàbregas, ambos ex-jogadores do clube e agora a exercer funções como treinadores, também têm admiradores dentro das estruturas do Chelsea, o que revela uma estratégia mais ousada e ligada à identidade do clube.
A intenção é clara: garantir um novo treinador antes do arranque da pré-temporada, marcado para o início de julho. Esta urgência visa evitar mais instabilidade numa época já tumultuosa para os Blues.
Um dos principais pontos a favor do Chelsea é que Iraola, Alonso, Silva e Glasner estarão disponíveis sem necessidade de pagar indemnizações, já que todos terminam os contratos atuais esta época ou ficarão livres no verão. Glasner, que deixa o Crystal Palace com o fim do contrato, está aberto a continuar em Inglaterra, o que pode facilitar a sua contratação.
Andoni Iraola, que confirmou a saída do Bournemouth no final da época, é uma das peças mais cobiçadas. Curiosamente, é também o candidato número um do Crystal Palace para substituir Glasner, com quem já manteve conversações extensas. No entanto, Iraola está a ponderar o seu futuro e não descarta a hipótese de começar a próxima época sem clube, esperando por oportunidades que possam surgir durante a temporada.
Marco Silva, por sua vez, vê o seu contrato com o Fulham terminar neste verão, embora tenha sido oferecido um novo vínculo de três anos para continuar no clube. O treinador português, contudo, tem propostas internacionais e sabe-se que clubes sauditas estão interessados no seu perfil, caso decida abandonar o Craven Cottage.
Em suma, o Chelsea trabalha a todo o vapor para escolher um treinador que reúna qualidade, disponibilidade e vontade para liderar um dos maiores projectos do futebol inglês. A pressão é enorme, o tempo escasseia, e a decisão poderá definir o futuro imediato do clube. A batalha pelos nomes está lançada e os próximos dias serão decisivos para o futuro dos Blues.
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