Segunda-feira, Fevereiro 16, 2026

Rui Borges analisa Trincão, hjulmand e a ambição que transforma sorte em trabalho

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A atmosfera em torno do futebol português está eletricamente carregada, especialmente com as declarações audazes de Rui Borges, o comandante da equipa. À medida que se aproxima um confronto crucial contra o FC Porto, Borges não hesita em sublinhar a determinação e a ambição que a sua equipa deve manter, mesmo diante dos desafios que se avizinham. “Não preciso de alertar. Já tínhamos avisado, já falei noutras ocasiões que a segunda volta ia ser mais difícil”, afirmou, demonstrando que a sua equipa está bem ciente da intensidade que a fase final da temporada exige.

Borges, sempre claro e direto, enriqueceu a conversa com uma menção ao capitão Morten Hjulmand, cuja presença na equipa é inabalável. “Sobre o Hjulmand não vou falar mais, está dito. Será titular amanhã”, declarou com firmeza, reafirmando a confiança no seu líder em campo. A mudança de treinador na Aves SAD trouxe um novo desafio, com Borges a prever uma equipa mais “compacta e competitiva”. Ele adverte que a Taça de Portugal pode ser um palco onde “os sonhos acontecem”, e que a sua equipa terá de estar atenta para evitar surpresas.

Os jornalistas questionaram a postura da estrutura do clube em relação a Borges, que, apesar de afirmar que sua função é treinar, é frequentemente visto a comentar sobre a sua equipa. Ele defendeu a sua posição, dizendo: “A confiança da estrutura é total. Estamos sempre em sintonia.” Uma mensagem clara de que, apesar das pressões externas, a unidade interna continua sólida.

Em relação ao balneário, Borges expressou um otimismo contagiante, especialmente após uma jornada de resultados positivos. “A sorte dá trabalho. Os adeptos devem estar felizes”, enfatizou, enquanto lembrava que a equipa tem acumulado golos nos últimos minutos das partidas, um sinal de resiliência e crença. Esta abordagem não só galvaniza o grupo, mas também eleva as expectativas entre os adeptos que têm visto a sua equipa marcar 33 golos em 33 jogos, uma estatística que fala por si.

O treinador também analisou a competitividade na Liga, afirmando que “as equipas estão mais fortes, sabem como anular o poderio das equipas grandes”. Ele advertiu que os desafios estão a aumentar, mas lembrou que mudanças rápidas são a essência do futebol. “Na época passada, estivemos a 8 pontos e perdemos 9 e depois fomos campeões”, refletiu, destacando a imprevisibilidade do desporto.

Sobre a situação de jogadores como Debast e Ioannidis, a resposta foi clara: “estão fora”, enquanto Nuno Santos poderá ter a oportunidade de brilhar na convocatória.

Por fim, a conversa voltou-se para a renovação de Trincão, um tópico que certamente acende a paixão entre os adeptos. Rui Borges não escondeu a sua satisfação: “As dificuldades têm-nos dado soluções, tornam a equipa mais forte”, referindo-se ao crescimento individual dos jogadores, incluindo Trincão, que pode muito bem ser o futuro capitão da equipa. A expectativa é palpável, e à medida que a temporada avança, todos os olhares estão voltados para o que o futuro reserva para esta equipa ambiciosa.

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