Aos 37 anos, Lionel Messi ultrapassou Cristiano Ronaldo e entrou para a história dos Campeonatos do Mundo ao tornar-se o futebolista mais velho de sempre a marcar um hat trick na competição. A proeza aconteceu esta terça-feira, durante a vitória da Argentina frente à Argélia, num jogo em que o astro argentino foi absolutamente decisivo e voltou a demonstrar porque é considerado um dos maiores de sempre.
Messi, com a camisola 10 às costas, brilhou intensamente ao apontar três golos que garantiram o triunfo da Argentina sobre a selecção argelina. O encontro, disputado num estádio completamente cheio e com uma atmosfera electrizante, ficará para sempre marcado pelo recorde quebrado pelo capitão argentino, que ultrapassou a anterior marca de Cristiano Ronaldo. O craque português detinha o título de jogador mais velho a conseguir um hat trick em Mundiais, mas viu-se agora ultrapassado pelo seu eterno rival.

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Este feito assume particular importância não só pelo simbolismo de Messi superar Cristiano Ronaldo, mas também pelo impacto directo nas aspirações da Argentina neste Campeonato do Mundo. A selecção sul-americana reforça assim a sua candidatura ao título, ganhando novo ânimo e confiança para os jogos que se seguem. Por outro lado, a eterna rivalidade entre Messi e Ronaldo ganha novo capítulo, alimentando debates e comparações em todo o mundo do futebol. Para os adeptos argentinos, esta é mais uma prova do génio e longevidade do seu capitão, que continua a fazer história mesmo numa fase avançada da carreira.
Após o jogo, Messi não escondeu a emoção e revelou aos jornalistas o que sentiu ao marcar o primeiro golo: “Chorei depois do primeiro golo, mas nada teve a ver com futebol”, confessou, sublinhando que o momento ultrapassou o mero contexto desportivo. O argentino, visivelmente tocado, explicou ainda que “foi um jogo muito especial” e que “é um orgulho enorme poder ajudar a selecção a fazer história”. As palavras do camisola 10 demonstram que, para além dos números, há uma dimensão humana e emocional na sua caminhada pelos relvados mundiais.
A imprensa internacional rapidamente reagiu ao feito, com manchetes a darem conta do novo recorde de Messi e a enaltecerem a exibição de gala do craque frente à Argélia. Muitos antigos jogadores e comentadores destacaram a capacidade de Messi continuar a ser decisivo em jogos de máxima pressão, mesmo aos 37 anos. Num Mundial repleto de surpresas e com várias selecções a mostrarem-se competitivas, a actuação do capitão argentino não passou despercebida e aumentou as expectativas em torno da prestação da Argentina na competição.
O impacto deste recorde vai muito além das estatísticas. Messi não só reforça a sua posição na elite do futebol mundial como acende ainda mais a rivalidade com Cristiano Ronaldo, alimentando discussões acesas entre adeptos dos dois génios. Para a Argentina, este hat trick é um sinal claro de que a equipa continua a contar com o seu maior talento em grande forma, o que poderá ser determinante nos confrontos mais exigentes que se avizinham. Com esta vitória, a selecção albiceleste aproxima-se dos oitavos-de-final com um favoritismo renovado e uma moral em alta.
Segue-se agora uma nova fase para o conjunto argentino, que, galvanizado pelo desempenho de Messi, parte para os próximos jogos com o estatuto de candidato reforçado. A fasquia está mais alta e a pressão aumentou, mas se há lição a retirar deste feito é que Messi, mesmo perto dos 40 anos, continua a desafiar limites e a escrever capítulos inesquecíveis na história do futebol mundial. A pergunta que se impõe: até onde poderá ainda ir o génio argentino neste Mundial? O planeta futebol está atento e a expectativa é máxima.
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