Sabalenka mantém-se firme no topo do ranking WTA, apesar da eliminação precoce em Wimbledon, mas atrás dela o caos instalou-se com subidas e quedas dramáticas entre as melhores do circuito. Iga Swiatek despenca quatro posições, Coco Gauff dispara três lugares e Alex Eala regista um novo máximo de carreira, enquanto Emma Raducanu sofre uma queda acentuada devido à ausência forçada.
O top 2 do ranking mundial feminino permanece intocável após Wimbledon, com Aryna Sabalenka a sustentar a liderança e Elena Rybakina a segui-la de perto. Sabalenka, que lidera desde Outubro de 2024, viu a sua vantagem reduzir-se para 407 pontos depois de perder 540 pontos devido à eliminação nos oitavos-de-final frente a Naomi Osaka. Rybakina, por seu lado, não perdeu pontos, pois repetiu a saída precoce do ano anterior. A grande revolução dá-se imediatamente abaixo: Swiatek, campeã de Wimbledon em 2025, cai do terceiro para o sétimo lugar depois de ser surpreendida na terceira ronda, enquanto Jessica Pegula sobe uma posição para número 3, podendo ainda ser ultrapassada por Gauff se esta conquistar o título.

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Coco Gauff é já uma das figuras da edição de 2026. Ao chegar às meias-finais, subiu três lugares para o quarto posto e, em caso de vitória final, ascenderá ao terceiro lugar do ranking. Karolina Muchova, sua adversária na meia-final, também progride três posições, atingindo um novo máximo pessoal como número 6 mundial. Do outro lado, Linda Noskova (número 12) e Marta Kostyuk (13) disputam a segunda vaga para a final, ambas já garantidas a entrar no top 10, com Noskova a ocupar atualmente o 11.º posto nas classificações ao vivo.
O ranking ao vivo de 9 de Julho reflecte estas alterações: Sabalenka (8.550 pontos) lidera, seguida de Rybakina (8.143), Pegula (6.301), Gauff (entre 5.649 e 6.869, dependendo do desfecho), Andreeva (5.293), Muchova (5.648), Swiatek (4.539), Anisimova (4.353), Svitolina (4.351) e Kostyuk (entre 3.926 e 5.146).
Alex Eala é uma das sensações do torneio, depois de eliminar Swiatek e garantir a sua primeira presença nos oitavos-de-final de um Grand Slam. Como recompensa, sobe quatro lugares e atinge um novo máximo de carreira no 28.º posto. Barbora Krejcikova, ex-campeã de Wimbledon, também aproveitou a campanha até aos oitavos-de-final para subir seis lugares, fixando-se agora como número 32. Destaque ainda para Maria Sakkari (+6 para 37), Mccartney Kessler (+11 para 46) e Viktorija Golubic (+15 para 47). Daria Snigur salta 21 lugares para 56, Ashlyn Krueger avança 36 para 66 e Claire Liu mais 37 para 109.
Entre as maiores escaladas, Mananchaya Sawangkaew protagonizou a surpresa do torneio: partindo do qualifying, alcançou a terceira ronda e subiu uns impressionantes 48 lugares até ao 116.º posto. Tyra Grant, também vinda da fase de qualificação, avança 32 posições até 140.
Do lado das quedas, Diana Shnaider, semi-finalista de Roland Garros, caiu três lugares para 18 após uma saída na segunda ronda. Emma Raducanu, impedida de competir devido a uma fractura de stress na perna, limita as perdas a cinco lugares, fixando-se em 38.º. Entre as quedas mais sonoras fora do top 50, Elisabetta Cocciaretto desce 22 lugares para 68, Ludmilla Samsonova desaba 28 para 69, Solana Sierra cai 27 para 83 e Laura Siegemund afunda-se 45 posições até 85.º lugar.
Fica assim traçado um novo cenário no topo do ténis feminino, com Sabalenka a resistir mas a sentir a pressão cada vez maior, enquanto jovens talentos e surpresas de Wimbledon prometem animar as próximas semanas do circuito.
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