Roger Federer revelou que gostaria de ter a oportunidade de defrontar Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, os novos pilares do ténis masculino, enquanto se prepara para participar numa exibição no US Open, aos 40 anos, antes do início da competição na próxima semana. A presença de Federer em eventos de ténis tem sido rara, o que torna esta aparição ainda mais especial para os adeptos.
Quando questionado sobre quem gostaria de enfrentar entre os talentos atuais, Federer não hesitou em mencionar Alcaraz: “Talvez Carlos. Acho que ele é excitante. Nunca tive a oportunidade de jogar contra ele.” O suíço também expressou o desejo de se defrontar com Sinner, admitindo que teve pouca oportunidade de treinar com ele. “Infelizmente, perdi essa geração devido aos problemas no meu joelho,” lamentou Federer, referindo-se ao impacto das suas lesões na carreira.
O lendário tenista também comentou sobre a possibilidade de jogar em pares mistos, que teve início no US Open. Embora tenha dado uma resposta diplomática, sugeriu que poderia ter jogado ao lado de figuras como Martina Hingis ou Belinda Bencic, com quem já competiu durante a Hopman Cup. “Não sei se teria jogado. Talvez sim, acho que seria uma experiência interessante,” disse Federer, sublinhando que a nova formato é algo que deve ser observado com cautela.
Federer expressou curiosidade em ver como o torneio mistura as modalidades, acrescentando que, agora que está em Nova Iorque, tem uma visão mais próxima do evento. “É um conceito diferente para os adeptos e para o torneio. Gosto quando os melhores jogadores se lançam a jogar em duplas,” afirmou, referindo-se à ideia por detrás da Laver Cup, que visa juntar jogadores que normalmente não competem juntos.
Quando questionado sobre a possibilidade de jogar ao lado de Serena Williams, Federer reconheceu que provavelmente ela já teria um parceiro, como Andy Roddick. “Seria muito fixe, mas acho que ela estaria ocupada com o Roddick ou alguém do género! Eles eram muito próximos,” afirmou, mostrando-se aberto à ideia, mas realçando a realidade das suas escolhas.
Com o seu regresso ao circuito, ainda que em formato de exibição, Federer continua a ser uma figura central no mundo do ténis, e a sua interação com os novos talentos pode inspirar uma nova geração de jogadores. A expectativa é que o seu papel, mesmo fora dos torneios competitivos, continue a influenciar o desporto.
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