Bruno Fernandes revelou que a transição da braçadeira de capitão de Harry Maguire para si em Manchester United foi inicialmente “estranha”, mas que uma conversa franca ajudou a aliviar a situação. O médio português partilhou os detalhes do momento em que aceitou liderar a equipa, afirmando que “a verdade é que, quando me perguntaram se queria ser capitão do clube, foi um pouco awkward para mim porque, obviamente, não tinha falado com o Harry sobre isso”.
Erik ten Hag tomou a decisão de remover Maguire da capitania antes do início da temporada 2023-24, após um período difícil para o defesa inglês, e confirmou Fernandes como o novo capitão, um papel que já tinha desempenhado em várias ocasiões na ausência de Maguire. O jogador esclareceu que “ele já sabia antes de mim, por isso acho que o treinador falou com ele antes de falar comigo”. Fernandes elogiou a atitude de Maguire, que se acercou dele para discutir a situação: “Ele disse que, se tivesse de perder a braçadeira, ela iria para alguém como eu”.
Na sequência deste momento de mudança, Fernandes fez questão de sublinhar o respeito que ainda nutre por Maguire: “E isso não mudou desde então, porque, obviamente, eu tenho a braçadeira, mas sempre deixei o Harry ciente de que ele também faz parte da braçadeira de capitão, porque acho que ele merece esse respeito por tudo o que fez pelo clube e por mim”.
Agora, tanto Fernandes como Maguire estão focados no próximo desafio do Manchester United sob a orientação do novo treinador Michael Carrick, que será um encontro contra o Ipswich Town no próximo domingo. A equipa procura uma resposta após a derrota de 2-0 frente ao Hull City na jornada inaugural da liga, e a pressão aumenta para que os jogadores mostrem uma reação positiva e consolidem a nova liderança.
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