Lesão devastadora do man city pode arruinar a temporada da equipa

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O Estádio Etihad esteve em estado de choque, com todos os presentes a prenderem a respiração em uníssono. O momento crítico ocorreu quando Rodri caiu, atingido por Reece James, enquanto o árbitro mostrava um cartão amarelo. A cada segundo que passava, a tensão aumentava, mas o alívio tomou conta do recinto quando, com dificuldade, Rodri se levantou. Este foi o seu primeiro jogo como titular em quase três meses, e a sua continuidade em campo parecia um pequeno milagre. Contudo, a euforia de Manchester City foi rapidamente ofuscada por um alerta sombrio: as lesões, como sabemos, podem ter consequências devastadoras.

Minutos antes da recuperação de Rodri, Josko Gvardiol deixava o campo em dificuldades, com o joelho aparentemente comprometido. Não muito tempo depois, foi a vez de Ruben Dias se retirar, que, segundo as palavras de Pep Guardiola, estava a sofrer de uma lesão muscular. “Não falei com o médico, mas se Ruben saiu, é porque sentiu algo”, disse o treinador, insinuando que Dias pode ficar afastado por algumas semanas. As notícias sobre Gvardiol são ainda mais preocupantes: “Não parece bom”, admitiu Guardiola, deixando todos os adeptos à espera de resultados de exames que possam clarificar a gravidade da situação.

A história de Gvardiol na temporada passada era uma de resiliência e destaque. Ele não apenas foi eleito o jogador do ano do City, como também se destacou pelo número de jogos disputados – 55, sendo que 52 como titular. Esta época, Dias tem sido fundamental, ocupando o segundo lugar em minutos jogados na Premier League, logo atrás de Erling Haaland. A dupla de centrais formada por Dias e Gvardiol tem sido uma das mais eficazes da liga, com 14 vitórias em 19 jogos, e a sua ausência contra o Chelsea pode ter custado não só dois pontos, mas um impacto mais profundo no futuro da temporada.

O empate tardio de Enzo Fernandez deixou os adeptos a questionar o que poderia ter sido se Dias e Gvardiol estivessem em campo, em vez de Abdukodir Khusanov e Nathan Ake, que não conseguiram impor a mesma solidez defensiva. A realidade é que, com ambos os titulares fora de combate, as esperanças do Manchester City de manter a sua luta pelo título estão por um fio, e o fantasma das lesões começa a pairar sobre a equipa, ameaçando a continuidade da sua campanha.

O que se avizinha para o City? A incerteza é palpável, e a necessidade de um regresso rápido dos seus jogadores fundamentais torna-se cada vez mais premente. O futuro da época pode depender deles, e cada jogo pode ser um desafio a mais que a equipa não está preparada para enfrentar sem as suas estrelas em campo.

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