Lionel Messi começa no banco frente à Jordânia no Mundial 2026

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O mundo do futebol foi hoje surpreendido: Lionel Messi, o capitão e estrela maior da Argentina, começará no banco de suplentes no derradeiro jogo da fase de grupos do Mundial 2026 frente à Jordânia. A confirmação foi dada de forma inequívoca pelo seleccionador Lionel Scaloni, que, sem rodeios, revelou a decisão num encontro com jornalistas nesta sexta-feira.

A Argentina, que já garantiu o primeiro lugar do Grupo J ao vencer a Argélia por 3-0 e a Áustria por 2-0, encara este terceiro jogo sem pressão classificativa. Scaloni aproveita assim para gerir o plantel, dando descanso a alguns dos titulares fundamentais, incluindo Messi, e oferecendo minutos a jogadores menos utilizados. Importa sublinhar que Messi não está lesionado — trata-se de uma opção estratégica do treinador, como fez questão de clarificar perante a insistência dos repórteres.

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Esta decisão não passa despercebida nem aos adeptos nem ao universo futebolístico. Messi, considerado por muitos como o melhor jogador do mundo, raramente fica de fora do onze inicial, ainda mais numa competição com o peso de um Mundial. A escolha de Scaloni pode ser vista como uma tentativa de proteger o craque argentino para os duelos decisivos que se avizinham, garantindo que chega em plena forma física aos oitavos-de-final, marcados para 3 de Julho. Além disso, esta rotação permite testar alternativas e dar ritmo competitivo a elementos do plantel que poderão ser chamados a intervir em momentos cruciais.

Durante a conferência de imprensa, Scaloni foi direto ao abordar o tema, especialmente quando interpelado pelo veterano jornalista Enrique Macaya Márquez, de 91 anos, a cobrir o seu 18.º Campeonato do Mundo: “O Leo vai começar no banco, e não, não estou a tentar fugir à questão”, afirmou o treinador argentino, mostrando respeito pelo histórico repórter. “Deve saber, estou a responder-lhe porque merece uma resposta sincera”, acrescentou Scaloni. O técnico recusou-se, porém, a revelar mais detalhes sobre o onze inicial, deixando o suspense no ar: “Agora, quanto à formação, não lhe vou dizer mais nada sobre isso, e o Leo vai entrar um pouco mais tarde. Toda a equipa já está definida, mas só a anunciaremos amanhã.”

A ausência de Messi do onze inicial traz também uma questão de gestão de tempo de jogo. Caso o capitão argentino não seja utilizado diante da Jordânia, ficaria 11 dias sem competir, um intervalo que poderia afetar o seu ritmo quando a Argentina regressar à competição a eliminar. Scaloni, ao garantir que Messi terá minutos mais tarde no jogo, demonstra preocupação em manter o astro em condições ideais, sem correr riscos desnecessários.

O impacto desta decisão deve sentir-se não só na preparação argentina, mas também no interesse do público e na expectativa em torno do encontro. A presença — ainda que parcial — de Messi em campo será sempre um dos grandes atractivos do torneio, e muitos adeptos esperam ansiosamente pelo momento em que o número 10 entrará para agitar as águas. Por outro lado, esta gestão criteriosa poderá ser um trunfo estratégico para a Argentina, que ambiciona voltar a conquistar o troféu mundial.

Nas próximas horas, aguarda-se a confirmação oficial do onze e a análise cuidadosa à forma como Messi será utilizado. Para já, a notícia abala o universo do futebol e lança o debate: será esta a melhor forma de gerir o maior talento argentino? Uma coisa é certa – todos os olhos estarão postos no banco da Argentina à espera do momento em que Messi se levantará para entrar em campo e, quem sabe, escrever mais uma página brilhante da sua carreira.

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