Segunda-feira, Fevereiro 23, 2026

Pep Guardiola fica sem desculpas com nova tendência alarmante no man city

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A tempestade perfeita está a formar-se em Manchester, e Pep Guardiola, o venerado treinador do Manchester City, encontra-se no olho do furacão. Após uma sequência de resultados desastrosos, a reputação do técnico catalão está a ser posta à prova de forma alarmante. Se uma derrota para o Bodo/Glimt, uma equipa norueguesa de menor expressão, não é preocupante o suficiente, o fato de ter sido a maior derrota da sua carreira em apenas uma semana deve deixar os adeptos à beira de um ataque de nervos. O que se passa com o City e com Guardiola?

A derrota por 3-1 na Noruega não é apenas um número no placar; é um sintoma de uma crise mais profunda que se abateu sobre o clube. Guardiola, que já conquistou cinco Ligas dos Campeões, viu-se a braços com um resultado que não só mancha a sua trajetória, mas também levanta questões sobre a eficácia da sua gestão. “Fragil” foi a palavra que o técnico usou para descrever a sua equipa após o jogo, e essa fragilidade é visível em cada erro cometido em campo. O que era um emblema de força está agora a transformar-se numa sombra da sua antiga glória.

O que está a acontecer com o City? O treinador, que antes parecia invencível, agora vê os seus rivais, como Calum McFarlane, um novato no comando do Chelsea, superá-lo em estratégia e execução. Na época anterior, Guardiola tinha desculpas mais válidas para os seus insucessos. Mas este ano, os problemas são diferentes. As lesões têm dominado o plantel, e a falta de profundidade está a ser exposta em jogos cruciais, onde a equipa não consegue manter o seu padrão habitual.

A cidade de Manchester, que uma vez vibrou com as vitórias do City, agora assiste a uma sequência preocupante de derrotas em jogos críticos. As derrotas para Brighton, Aston Villa, Newcastle, Manchester United e, claro, Bodo/Glimt, são um sinal claro de que a equipa está a perder o seu toque mágico. Mesmo com algumas vitórias notáveis, como a conquista no Santiago Bernabéu, a inconsistência tem sido a norma.

Erling Haaland, uma das estrelas da equipa, que outrora parecia imparável, agora está a atravessar um período de seca com apenas um golo em oito partidas. Phil Foden, que também estava em grande forma, viu a sua sequência de golos ser interrompida, e a equipa sente a falta de um finalizador confiável. Sem a capacidade de marcar, a pressão sobre a defesa aumenta, e mesmo o reforço de Gianluigi Donnarumma não tem sido suficiente para evitar que o City sofra golos em momentos críticos.

A chegada de novos jogadores, como Marc Guehi e Antoine Semenyo, eleva o investimento do clube para cerca de 430 milhões de libras, mas a construção de uma nova equipa em tempo recorde é uma tarefa monumental. Com estrelas como Kevin de Bruyne e Ilkay Gundogan a abandonarem o clube, Guardiola enfrenta o desafio de manter a competitividade da sua equipa enquanto tenta integrar os novos reforços.

Esta é uma encruzilhada para Pep Guardiola e o Manchester City. As próximas semanas serão cruciais para determinar se o treinador conseguirá reverter a maré ou se, por outro lado, o seu legado estará irremediavelmente manchado por esta sequência de desempenhos dececionantes. A pressão está a aumentar, e o futuro é incerto. O que está em jogo nunca foi tão claro: o destino de um dos maiores clubes de futebol do mundo está nas mãos de um homem que, até agora, parecia ter todas as respostas.

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