Rafa Benítez está pronto para surpreender o futebol europeu ao admitir que está “aberto” a assumir o comando técnico da selecção da Escócia, actualmente sem seleccionador após a saída de Steve Clarke. O experiente treinador espanhol, de 66 anos, deixou recentemente o Panathinaikos, após 41 jogos à frente do emblema grego, e surge agora como um dos nomes apontados para liderar o novo ciclo dos escoceses.
A saída de Steve Clarke, confirmada após a eliminação da Escócia no Mundial de 2026, deixou vaga uma das posições mais cobiçadas do futebol internacional. Clarke tinha renovado contrato por mais duas épocas antes do arranque da prova, mas o desaire precipitou a sua saída e abriu caminho a especulações sobre o futuro da equipa. Benítez, conhecido pelo seu percurso em alguns dos maiores clubes do mundo, como Liverpool e Real Madrid, é agora apontado como potencial sucessor.

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Confrontado sobre a possibilidade de assumir o comando da selecção escocesa, Benítez não escondeu o seu entusiasmo e disponibilidade para um novo desafio internacional. “Estou aberto ao futebol internacional porque já estive em muitos países e equipas. É uma abordagem diferente. Os jogadores vão totalmente motivados, e pode-se organizar uma equipa de forma a que se sintam orgulhosos por representar o país”, afirmou o técnico espanhol, numa resposta que não deixa dúvidas sobre a sua motivação para entrar no futebol de selecções. Benítez acrescentou ainda: “É outro desafio, pode ser interessante.”
Questionado sobre um eventual diálogo com a Federação Escocesa de Futebol (Scottish FA), Benítez foi directo: “Estou aberto apenas para bons países, sim.” A afirmação, feita num contexto de rumores crescentes sobre as intenções da federação escocesa, reforça a ideia de que o treinador está receptivo a propostas que se enquadrem no seu perfil e ambição.
Com um currículo marcado por conquistas em várias ligas europeias, Benítez surge como uma figura capaz de devolver ambição e organização à selecção da Escócia. O seu historial em contextos de elevada pressão e a experiência internacional acumulada parecem alinhar-se com o perfil pretendido para reerguer uma selecção em busca de nova identidade após um desaire mundialista.
O futuro da selecção escocesa permanece assim em aberto, com Benítez a figurar entre as opções mais sonantes para liderar um novo ciclo. As próximas semanas prometem ser decisivas para o desfecho deste processo, com as atenções centradas na escolha do novo seleccionador e na resposta da federação às declarações do técnico espanhol.
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