Jogadores do PGA tour avaliam as hipóteses de regresso de Tiger Woods ao Masters

Partilhar

A expectativa em torno do retorno de Tiger Woods ao golfe competitivo nunca foi tão intensa, especialmente com a aproximação do Masters, um torneio que define carreiras e sonhos. O ícone do golfe fez sua volta durante a final da temporada 2 do TGL, e as impressões deixadas pelos colegas de profissão foram reveladoras. Apesar de um desempenho misto, as palavras de Tommy Fleetwood e Justin Rose mostram que, apesar das adversidades, Woods ainda é considerado o “Big Cat”.

Justin Rose, um dos grandes nomes do golfe, não poupou elogios ao seu colega. “Ele parecia impressionante. Não vi um único mau golpe”, afirmou Rose após a partida. “Se ele conseguir encontrar alguma consistência na competição, o jogo curto e o putting voltarão rapidamente.” A percepção de Rose é clara: as habilidades de Tiger ainda estão afiados. “Ele parecia estar em um bom lugar, mas é uma lenda, não é? Então, compartilhar o campo com ele é incrível.”

E quando perguntado por Fleetwood sobre suas impressões, a resposta foi direta: “Sim, é Tiger Woods.” E os números corroboram essa reverência. Woods começou o jogo com uma impressionante tacada de 3-wood a 279 jardas, estabelecendo um birdie logo de início. Contudo, a jornada não foi isenta de falhas. Em um momento crítico, ele perdeu um putt de três pés, o que deixou claro que, embora esteja próximo de seu melhor, ainda há espaço para melhorias. A equipe de LA Golf Club acabou dominando, vencendo por 9-2.

Rose recordou momentos passados, como o BMW Championship em Chicago, onde Woods mostrou sua habilidade em momentos de pressão. “Ele estava relaxado até o último dia, mas quando ficou em apuros, percebi que ele ia para outro nível.” Essa mudança de mentalidade é uma característica que define a grandeza de Woods.

Fleetwood, que tem uma longa história de competição ao lado de Woods, também trouxe à tona um momento inesquecível. “Estive em Eastlake em 2018 quando ele venceu o Tour Championship. E aquele dia no Japão, quando ele fez 66 com nove birdies nos últimos 15 buracos, foi o melhor round de golfe que já vi.” Para Fleetwood, o respeito por Woods é inegável, e ele não hesitou em expressar sua incredulidade ao descobrir que Tiger não estava na lista de participantes do PLAYERS Championship. “Isso é inacreditável. Não posso acreditar que ele não é elegível… Tiger Woods deveria poder jogar em qualquer lugar do mundo.”

A admiração por Woods é recíproca. Quando Fleetwood conquistou seu primeiro título no PGA Tour em 2025, Woods escreveu publicamente sobre ele, elogiando seu esforço e resiliência. Da mesma forma, Woods demonstrou sua apreciação por Rose durante o TGL S2, abraçando-o após um feito notável.

Embora Woods tenha deixado o evento com frustração após a derrota, o que Rose e Fleetwood descreveram indica que o jogo de Tiger está mais próximo do que parece. A participação no Masters, em apenas três semanas, permanece incerta, mas o respeito e a admiração pela sua carreira são inegáveis.

Tiger Woods não é apenas um competidor; ele é uma inspiração. Rory McIlroy, que sonhou em ganhar todos os majors após assistir Woods vencer o Masters em 1997, e Scottie Scheffler, o atual número um do mundo, reconhecem a singularidade de Woods. Scheffler, que jogou ao lado de Tiger no Masters de 2020, destacou a intensidade do jogador, mesmo fora da disputa. “Ele não é simplesmente melhor; ele é diferente”, disse Scheffler, evidenciando a enorme sombra que Woods projeta sobre o golfe.

A dúvida sobre sua participação no Masters carrega um peso significativo. O homem que inspirou gerações e fez McIlroy sonhar ainda está à beira do retorno, e tanto Rose quanto Fleetwood acreditam que ele merece um lugar dentro das cordas novamente. A lenda de Tiger Woods continua a ser escrita, e o mundo do golfe observa com expectativa.

Este artigo aparece primeiro em Apito Final.


Discover more from Apito Final

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Tabela de Conteúdos

Mais Notícias

Outras Notícias