Benfica avalia saídas de Tomás Araújo e Pavlidis por 50 milhões

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No coração da Luz fervilha uma batalha silenciosa pelo futuro do Benfica, onde Tomás Araújo e Pavlidis despontam como as joias mais cobiçadas e inegociáveis do plantel. Com os olhos postos na temporada 2026/27, a SAD encarnada lançou uma linha vermelha inquebrável: qualquer oferta que não atinja os 50 milhões de euros será automaticamente recusada. Esta estratégia revela uma clara aposta na estabilidade, com Marco Silva, o novo timoneiro da equipa, a defender uma política de continuidade e reforço da base da equipa rumo a novos desafios.

O defesa-central Tomás Araújo, já no radar de colossos europeus como o Bayern de Munique, é uma peça-chave para o futuro do Benfica. Apesar do interesse noticiado pela imprensa alemã, que sugere uma eventual substituição condicionada à saída de Kim Min-Jae ou Hiroki Ito, a Luz não está disposta a facilitar. O jovem internacional português, que integra a lista de Roberto Martínez para o Mundial, mantém-se como um dos pilares defensivos do clube, ao lado de António Silva, cuja permanência depende da renovação do contrato. Paralelamente, a SAD procura reforçar o eixo defensivo, avaliando jovens talentos como Gonçalo Oliveira, Rui Silva e Joshua Wynder para colmatar a vaga deixada por Otamendi.

Pavlidis, o avançado que já marcou 60 golos em apenas duas temporadas com a camisola benfiquista, também é alvo de cobiça, nomeadamente do Besiktas, que terá apresentado uma proposta na ordem dos 20 milhões de euros, mais objetivos. Contudo, esta oferta ficou aquém das expectativas internas e não chegou sequer ao conhecimento do presidente Rui Costa, que mantém a fasquia dos 50 milhões como condição mínima para qualquer negociação. O grego, tal como Tomás Araújo, integra os planos do treinador para o arranque da próxima época, reforçando a mensagem clara da SAD: saídas só mediante propostas irrecusáveis.

No meio de um mercado de transferências que só deverá aquecer verdadeiramente após a conclusão do Mundial, o Benfica assume-se como uma fortaleza a defender os seus activos mais valiosos. O equilíbrio financeiro alcançado na época que agora termina dispensa a necessidade de vendas avultadas, permitindo ao clube focar-se na construção de um plantel sólido e competitivo para 2026/27. A decisão é inequívoca: o futuro na Luz passa por preservar o talento e exigir o máximo retorno por qualquer saída, garantindo assim que Tomás Araújo e Pavlidis continuam a ser símbolos de uma ambição que não aceita concessões.

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