Luis de la Fuente lançou uma recordação surpreendente sobre o primeiro confronto que teve com Lionel Messi, sublinhando a dificuldade em marcar o astro argentino. O selecionador espanhol abriu o livro a poucos dias da final do Mundial 2026, onde Espanha e Argentina se enfrentam, revelando uma história insólita que demonstra por que razão a marcação individual pode não ser a solução ideal contra Messi.
De la Fuente recordou que conheceu Messi quando treinava a equipa de Divisão de Honra do Sevilha, num encontro da Taça do Rei contra o Barcelona. “Fizemos marcação individual e, ao minuto 70, estava 0-0. Quando o jogador que o estava a marcar viu um cartão amarelo, decidi substituí-lo… e, em 15 minutos, o Messi marcou-nos quatro golos”, contou, entre sorrisos, o treinador espanhol. Esta revelação evidencia a capacidade letal de Messi quando não é controlado adequadamente, mesmo numa fase inicial da carreira do argentino.

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Questionado sobre a possibilidade de repetir essa táctica na final do Mundial, De la Fuente foi categórico: “Quer isto dizer que lhe vamos fazer marcação individual? Não. Mas vamos estar muito atentos a ele. Da mesma forma que eles também terão de estar muito atentos aos nossos jogadores.” Esta abordagem indica que a estratégia espanhola será mais coletiva e dinâmica, procurando neutralizar Messi através de um esforço conjunto em vez de um foco exclusivo.
A história partilhada por De la Fuente não só reforça a mística em torno de Messi, como também aponta para a complexidade do desafio que a selecção espanhola enfrenta. Marcar individualmente uma figura tão determinante pode revelar-se uma tarefa infrutífera e até perigosa, conforme o próprio treinador evidenciou com o episódio no Sevilha-Barcelona.
Com a final do Mundial 2026 à porta, esta recordação alimenta a expectativa sobre como Espanha e Argentina vão abordar o duelo táctico. A estratégia espanhola, focada na atenção colectiva, promete um duelo intenso e cheio de nuances. Resta saber se conseguirão travar Messi sem recorrer a medidas extremas, apostando antes na solidez do colectivo para contrariar o génio argentino. A história de De la Fuente é um alerta e um convite a observar atentamente as decisões tácticas que marcarão este confronto de gigantes.
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