Aymeric Laporte lançou um aviso claro na antevisão da final do Mundial 2026, focando-se na agressividade da Argentina. O defesa-central espanhol, de 32 anos, abordou numa entrevista à 'Marca' a polémica que envolve o estilo de jogo da equipa albiceleste, sublinhando que a arbitragem terá um papel decisivo no controlo do encontro decisivo.
Laporte destacou que não teme a agressividade em campo, desde que esta seja controlada pelos árbitros: “Não me preocupa de todo a agressividade no futebol. Se for consentida e o árbitro fizer o seu trabalho, não tenho problema nenhum.” No entanto, o jogador evidenciou que nos jogos recentes da Argentina têm sido permitidas jogadas que considera “muito estranhas” e com “muitas entradas feias”. Para ele, este tipo de comportamento não deveria ser tolerado, especialmente em competições de grande prestígio: “No futebol não se deveria permitir, especialmente em competições tão grandes, porque te pode desestabilizar e irritar.”

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O central da seleção espanhola enfatizou que a arbitragem tem de ser rigorosa para evitar que o jogo caia no descontrolo: “Faz parte do trabalho do árbitro controlar estas coisas para não se deixar dominar. Se um jogador ou dois podem fazer isso, o jogo vai ser um descontrolo.” Laporte orgulha-se do comportamento da sua equipa neste Mundial, que tem sido “bastante nobre” e afastada de agressões ou faltas desnecessárias. “E acho que é isso que temos de fazer neste jogo. Mas é verdade que vai depender muito da arbitragem”, concluiu.
Sobre o espírito do conjunto espanhol antes do encontro decisivo, Laporte assegurou que a calma é a nota dominante: “Sinceramente, estamos super tranquilos. Desde que cheguei aqui, sempre tivemos essa tranquilidade.” O defesa justificou esta serenidade com a mentalidade da equipa, que não se deixa levar pelo entusiasmo excessivo após vitórias importantes, como a frente à França. “Quando ganhámos contra a França, celebrou-se no balneário, mas sem loucuras, porque o nosso objetivo não é ganhar à França, é ganhar o torneio.” Laporte terminou com uma declaração de ambição clara: “Aspiramos sempre ao mais alto e deixar a missão a meio não nos serve.”
Com estas palavras, o jogador deixa claro que a Espanha está focada, confiante e atenta aos possíveis desafios dentro e fora do campo. A final do Mundial 2026 promete ser um duelo intenso, onde a arbitragem poderá ser decisiva para controlar a intensidade e garantir um jogo justo entre duas equipas de elite.
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