Nuno Borges cai logo na primeira ronda do Masters 1000 de Monte Carlo diante de Andrey Rublev: adeus precoce e momento em queda no ténis português
O sonho de uma campanha de destaque no prestigioso Masters 1000 de Monte Carlo foi rapidamente despedaçado para Nuno Borges. O tenista português, que vinha com a ambição de superar o seu desempenho do ano anterior, foi brutalmente eliminado na primeira ronda pelo experiente russo Andrey Rublev, num embate que se estendeu por três sets intensos e que terminou com um resultado de 6-4, 1-6 e 6-1, em uma hora e 35 minutos de luta renhida.
Apesar de ter conseguido quebrar o domínio de Rublev ao conquistar o segundo set — algo inédito para Borges contra este adversário, já que esta foi a sua quarta derrota consecutiva frente ao russo — o português não conseguiu manter o ritmo e acabou por sucumbir no decisivo terceiro parcial. O desaire pesa ainda mais tendo em conta a descida do português para o 50.º posto do ranking mundial, refletindo o momento menos positivo que atravessa.
Nuno Borges, natural da Maia, chega a Monte Carlo com a difícil missão de defender os pontos que conquistou em 2025, quando alcançou a terceira ronda do torneio. No entanto, o registo recente do tenista é preocupante: venceu apenas um dos últimos seis torneios ATP onde participou, uma realidade que levanta sérias questões sobre a sua forma e capacidade para manter-se competitivo nos mais altos níveis do circuito.
Do lado do adversário, Andrey Rublev, 15.º do ranking mundial, mostrou a sua experiência e resistência, mesmo quando beneficiou de assistência médica durante o primeiro set. O russo impôs o seu jogo e acabou por garantir a passagem à próxima fase, deixando Borges à porta da eliminação precoce.
Para além da eliminação de Borges, o dia de segunda-feira reserva outro foco de interesse para o ténis português. Francisco Cabral, parceiro do britânico Joe Salisbury — antigo número um mundial de pares —, fará a sua estreia no mesmo torneio, enfrentando a dupla composta pelo monegasco Hugo Nys e o francês Edouard Roger-Vasselin. Esta aposta pode ser uma oportunidade para o ténis nacional brilhar nas modalidades de pares, num torneio onde a competição é feroz e o nível altíssimo.
A eliminação de Nuno Borges no Masters 1000 de Monte Carlo é um duro golpe para o ténis português, que precisa de ver os seus atletas a reagir rapidamente para não perder terreno no circuito mundial. Resta agora a esperança em Francisco Cabral e a próxima geração de jogadores que anseiam por fazer história em eventos de topo.
Fique atento às próximas atualizações do Masters 1000 de Monte Carlo, onde o ténis mundial se joga em alta velocidade e onde os portugueses vão lutar para manter viva a chama do sucesso.
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