Rashford brilha no mundial e adeptos do barcelona criticam aposta em Gordon

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Marcus Rashford precisou de menos de 20 minutos para incendiar as redes sociais e deixar os adeptos do Barcelona em estado de choque, após um início de Mundial absolutamente inesperado. O avançado inglês, preterido na titularidade por Anthony Gordon, respondeu dentro de campo e reacendeu o debate sobre uma das decisões mais polémicas do mercado de transferências recente do clube catalão.

No arranque do Campeonato do Mundo de 2026, Thomas Tuchel, seleccionador de Inglaterra, apostou em Anthony Gordon no onze inicial frente à Croácia, relegando Rashford para o banco. Gordon, recém-contratado pelo Barcelona por cerca de 70 milhões de euros ao Newcastle United, não conseguiu justificar o investimento, culminando numa exibição apagada e sem brilho. A meio da segunda parte, Tuchel lançou Rashford, que não tardou a mostrar serviço: poucos minutos depois de entrar, o avançado do Manchester United marcou o golo decisivo e deixou a pergunta no ar — terá o Barcelona cometido um erro estratégico ao preferir Gordon a Rashford?

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Esta escolha continua a dividir adeptos e especialistas. Recorde-se que Rashford realizou uma época de alto nível ao serviço do Barcelona em 2025/26 por empréstimo, com 14 golos e 11 assistências em 49 jogos, números que impressionaram os culés. Com uma opção de compra fixada nos 30 milhões de euros, muitos esperavam que o clube catalão avançasse para a contratação definitiva, mas a direcção optou por investir mais do dobro em Gordon, justificando a aposta na juventude e no potencial de crescimento a longo prazo do inglês de 23 anos.

A reacção dos adeptos não se fez esperar e as redes sociais explodiram de críticas à direcção blaugrana. “O Barça preferiu Gordon a Rashford? Isso vai envelhecer como leite ao sol”, disparou um adepto, minutos depois do golo de Rashford. Outro comentou: “Bom. Gostei… Rashford mostrou a sua classe e calou todos logo no primeiro jogo.” Houve ainda quem lamentasse: “A pior decisão que tomaram. Preferiram pressão a golos e assistências.” Num tom mais irónico, outro utilizador sugeriu: “Se mudarem de ideias, agora custa 50 milhões de euros. O preço de ontem já não é o de hoje!” Por fim, alguém sublinhou: “Sei que o Gordon é mais novo, mas nunca terá o impacto que o Rashford teve em qualquer equipa. Rashford é jogador de grandes jogos e cumpriu sempre no Man United. Estou curioso para ver o que o Gordon fará no Barcelona.”

Apesar da contestação, a decisão do Barcelona teve mais nuances do que uma simples comparação directa. Gordon, internacional inglês, destacou-se pela intensidade, capacidade de pressão e energia no último terço, características que seduziram a estrutura técnica do clube. Além disso, o perfil jovem do jogador encaixava na renovação pretendida para o plantel catalão. Contudo, os números de Rashford na época passada — 25 contribuições para golo em 49 encontros — são difíceis de ignorar e continuam a alimentar a nostalgia entre os adeptos.

O impacto imediato de Rashford no Mundial só veio intensificar a discussão. Se é verdade que um jogo não dita o sucesso ou fracasso de uma contratação, também é inegável que a pressão sobre Gordon aumenta exponencialmente, especialmente tendo em conta o valor investido e as expectativas criadas. O próprio Rashford, após o jogo, não escondeu a satisfação: “Foi bom voltar a marcar e ajudar a equipa no momento certo”, afirmou o avançado inglês, ainda visivelmente emocionado na zona mista.

O futuro próximo promete ser escaldante para ambas as partes. Rashford, motivado e com sede de afirmação, pode aproveitar o Mundial para provar que o Barcelona se precipitou ao não accionar a opção de compra. Já Gordon terá de mostrar rapidamente argumentos em campo para justificar o investimento e calar as críticas dos adeptos catalães, que já começam a perder a paciência. O mercado de transferências está aberto e, caso o rendimento de Gordon não acompanhe as expectativas, o caso poderá transformar-se num verdadeiro pesadelo financeiro e desportivo para o Barcelona.

Enquanto isso, o debate está longe de terminar. Os próximos jogos do Mundial serão decisivos não só para a Inglaterra, mas também para o próprio Barcelona, que observa à distância as exibições de Rashford e espera por uma afirmação inequívoca de Gordon. O veredicto final ainda está por escrever, mas uma coisa é certa: o arranque de Rashford no Mundial deixou o universo blaugrana em alerta máximo e pode alterar, de forma dramática, o rumo das próximas decisões no mercado.

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