Ivan Cordoba, lenda do Inter de Milão, expressou a sua admiração por John Stones, afirmando que o defesa inglês é um dos seus preferidos. Contudo, Cordoba também manifestou a esperança de que o clube consiga contratar Cristian Romero, sublinhando que “ele completaria perfeitamente o plantel”. A chegada de Stones, que está prestes a assinar um contrato de dois anos com os Nerazzurri, é uma notícia entusiástica para os adeptos da equipa.
O ex-jogador do Manchester City está previsto para realizar exames médicos na quinta-feira, com a expectativa de que a sua transferência para o San Siro se concretize em breve. Cordoba, que passou 12 anos no Inter e conquistou cinco títulos da Serie A e uma Liga dos Campeões, comentou: “Esta é a oportunidade. Disse-o há muito tempo: ele é um dos defesas que admiro mais. Se ele chegar em termos favoráveis, seria um grande negócio, um clássico movimento de Marotta.”
Apesar do iminente reforço, a direcção do Inter continua em negociações com o Tottenham para a contratação de Romero. Cordoba elogiou o potencial do argentino, afirmando que “ele seria uma excelente adição” e que “é o jogador certo para reforçar a defesa”. O ex-defesa colombiano vê em Romero um espírito semelhante ao seu, referindo que “ele teria a determinação e o carácter que precisamos”, embora reconheça que “Cuti” é “mais físico” do que ele era.
Adicionalmente, o Inter está à procura de um ala-direito, uma vez que Denzel Dumfries se transferiu para o Real Madrid por 20 milhões de euros. O principal alvo para essa posição era Marco Palestra, que acabou por se juntar ao Chelsea, levantando questões sobre o hiato financeiro existente entre a Serie A e a Premier League. Cordoba comentou: “Há muita conversa sobre ideias, mas a verdade é que precisamos de voltar ao básico. E por básico, refiro-me à infraestrutura: é inaceitável que construir um estádio propriedade do clube em Itália seja tão complicado.”
O antigo internacional colombiano acredita que o aumento de jogadores estrangeiros na Serie A não é o principal problema da liga. “Nonsense. Quando cheguei, a Serie A era a liga mais desejada; agora está atrás da Premier League, e até da La Liga e da Bundesliga,” concluiu. “O problema não está no número de jogadores estrangeiros, mas na falta de coragem em desenvolver jovens italianos. Olhem para Pio Esposito: aos 21 anos, ainda o rotulamos como ‘jovem’. Contudo, em outros países, jogadores fortes com 21 anos já têm 100 aparições na primeira equipa.”
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