Ranking das equipas para o mundial de 2026: Quem vai brilhar?

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Prepare-se para o maior espetáculo futebolístico do planeta: a Copa do Mundo FIFA 2026, um evento colossal que reunirá 48 seleções em três países, incluindo os Estados Unidos, palco de uma festa sem precedentes. Mas antes de se deixar levar pela euforia, é crucial separar os favoritos dos meros participantes, pois nem todas as equipas chegam com a mesma força ou ambição. Algumas são candidatas reais ao título, enquanto outras vão viver o sonho de uma vida.

Vamos analisar, de forma implacável e detalhada, o ranking completo das 48 seleções, do último ao melhor classificado, destacando os jogadores-chave e os desafios que cada equipa enfrentará. Prepare-se para uma jornada que promete emoções fortes!

Na cauda da competição, encontramos Haiti, que retorna ao Mundial após uma ausência desde 1974. Com probabilidades longínquas (+250000) e o talentoso extremo Derrick Etienne Jr. como figura de destaque, a seleção enfrenta um grupo duríssimo com Escócia, Brasil e Marrocos. É a hora da redenção ou do naufrágio.

Curaçao, a menor nação em termos populacionais no Mundial, conta com o médio Leandro Bacuna para tentar desafiar a lógica. Encaixada num grupo com Alemanha, Equador e Costa do Marfim, as probabilidades de sucesso são mínimas, mas o futebol é imprevisível.

Panamá volta ao palco mundial após falhar em 2022, enfrentando um grupo infernal com Inglaterra, Croácia e Gana, onde a luta por um golo já será uma vitória por si só. O médio Adalberto Carrasquilla é a esperança panamenha.

África do Sul tenta fazer barulho no Mundial, com o avançado Lyle Foster à frente. Enfrenta México, Chequia e Coreia do Sul, sendo o jogo inaugural contra o México uma oportunidade para surpreender.

Cape Verde, com o extremo Ryan Mendes, e Nova Zelândia, liderada pelo ponta Chris Wood, vão viver a experiência, mas dificilmente vão além da fase de grupos, enfrentando potências como Espanha e Bélgica.

Iraque regressa após 40 anos, mas com um grupo que inclui França e Senegal, a missão parece quase impossível. O avançado Ayman Hussein será o principal trunfo iraquiano.

Qatar, anfitrião em 2022, quer apagar a má imagem da última edição, com o avançado Akram Afif a tentar liderar a equipa. O grupo com Suíça, Canadá e Bósnia e Herzegovina é acessível, mas o desafio é grande.

Uzbequistão, com quase todos os jogadores a atuarem em casa, dificilmente causará impacto, enquanto Congo DR, com o avançado Cédric Bakambu, volta ao Mundial após 52 anos, com um jogo inaugural contra Portugal que poderá ditar o futuro da equipa.

Tunísia, com o médio Ellyes Skhiri, nunca passou da fase de grupos, e o mesmo se espera este ano num grupo com Suécia, Japão e Holanda.

Jordânia, Austrália, Costa do Marfim, Egito, Argélia, Bósnia e Herzegovina, Arábia Saudita, Irão, Chequia, Gana, Escócia, Paraguai, Suécia, Áustria, Senegal, Canadá, Turquia, Coreia do Sul, Suíça, Japão e Equador compõem o meio da tabela, cada uma com suas estrelas e desafios, mas com poucas expectativas de título.

Nas posições mais altas, começam a surgir seleções com reais ambições. Noruega, liderada por Erling Haaland, é uma das grandes surpresas, com um desempenho dominante nas qualificações e um grupo exigente com Iraque, Senegal e França.

Uruguai e México, apesar de não estarem no topo, têm experiência e jogadores de nível mundial, como Federico Valverde e Raúl Jiménez, respectivamente, e vão jogar em casa, o que pode ser uma vantagem crucial.

Marrocos, a sensação de 2022, já não é surpresa para ninguém e conta com Achraf Hakimi para repetir o feito. Estados Unidos, mesmo vindo de resultados decepcionantes recentes, contam com Christian Pulisic e o fator casa para surpreender.

Bélgica, com Kevin De Bruyne, e Croácia, liderada pelo eterno Luka Modrić, são equipas que podem ir longe, enquanto Alemanha e Holanda têm potencial para complicar a vida a qualquer adversário, mesmo sem grandes estrelas em destaque.

No topo da tabela, a luta pelo título promete ser feroz: Brasil, com Vinícius Júnior, Portugal, com Cristiano Ronaldo, Argentina, liderada pelo incomparável Lionel Messi, Colômbia, com James Rodríguez, e Inglaterra, com Jude Bellingham e Harry Kane, são os grandes candidatos.

A Espanha, atual campeã europeia, com o jovem prodígio Pedri, surge como favorita absoluta, graças a um coletivo sólido e invencibilidade que dura desde 2024. A França, com Kylian Mbappé em seu último Mundial sob o comando de Didier Deschamps, é outra candidata de peso, misturando talento, profundidade e uma arrogância letal.

O Mundial de 2026, que decorrerá entre 11 de junho e 19 de julho, com a final no Estádio New York New Jersey, promete ser a maior de sempre, com 104 jogos transmitidos ao vivo pelas redes FOX e FS1, e com uma cobertura nunca antes vista, incluindo 40 jogos em horário nobre.

Prepare-se para uma batalha épica onde surpresas, estrelas e histórias inesquecíveis estarão no centro das atenções. Quem dominará o palco global? Quem será o novo rei do futebol mundial? O tempo está a contar para a maior festa do desporto rei!

Este artigo aparece primeiro em Apito Final.

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