Amanda Anisimova abandona Rome Open em cima da hora: lesão no pulso esquerdo trava a estrela americana
Na véspera de um duelo prometido contra a ex-campeã de Roland Garros Jelena Ostapenko, Amanda Anisimova viu os seus planos desfeitos de forma abrupta. A jovem tenista norte-americana, que vinha a atravessar um 2026 marcado por lesões e contratempos, teve de anunciar a sua desistência do Rome Open à última hora, devido a uma lesão no pulso esquerdo que a impede de competir.
Este revés surge num momento crítico da temporada, com o torneio de Roland Garros a aproximar-se rapidamente e sem que Anisimova tenha conseguido pisar um único court de terra batida em 2026. A ausência prolongada da russa-americana, ex-número três mundial, lança dúvidas sobre a sua forma física e competitiva numa época que prometia ser decisiva para a sua carreira.
Recorde-se que Anisimova viveu um 2025 de sonho, alcançando finais consecutivas de Grand Slam em Wimbledon e US Open, além de conquistar dois títulos WTA 1000, no Qatar e em Pequim. A expectativa era alta para que continuasse a sua escalada em 2026, mas a realidade tem sido cruel. Um quarto de final no Australian Open foi seguido por uma desistência na defesa do título no Qatar. Depois, uma derrota nas meias-finais do Dubai para Jessica Pegula e duas eliminações na ronda dos 16 no circuito Sunshine mostraram que a atleta está longe do seu melhor.
A lesão no pulso esquerdo tem sido a principal adversária de Anisimova neste início de temporada. Após desistir do Charleston Open, também se viu forçada a abandonar os torneios de Stuttgart e Madrid, acumulando uma sequência de baixas que preocupam os fãs e especialistas do ténis mundial. A sua presença no Rome Open era um sinal positivo, dado que a jogadora estava a treinar no local e preparava-se para enfrentar um teste exigente contra Ostapenko. Contudo, a dor e a incapacidade de competir levaram-na a tomar a difícil decisão de desistir, mesmo após ter aguardado até ao último momento.
Quem beneficia desta situação é Elena-Gabriela Ruse, que entra na competição como lucky loser, substituindo Anisimova e recebendo uma oportunidade inesperada para brilhar diante de uma antiga vencedora de Roland Garros.
O futuro de Amanda Anisimova permanece incerto, com a recuperação do pulso a ser prioritária para que possa regressar em força. Até lá, a ausência da jovem promessa americana no circuito de terra batida continua a ser um dos grandes temas da temporada de ténis em 2026.
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