Benfica e José Mourinho: a contagem decrescente para a saída explosiva termina já esta sexta-feira!
O relógio não para e o Benfica está à beira de fechar um dos capítulos mais agitados da sua história recente. José Mourinho, a figura maior do futebol português, tem até esta sexta-feira, 29 de maio, para decidir se ativa a cláusula de rescisão que lhe permite deixar o clube por um valor reduzido de 7 milhões de euros. Passado este prazo, o preço sobe para o dobro: 15 milhões de euros. Uma verdadeira corrida contra o tempo que pode mudar radicalmente o futuro do Benfica.
Apesar de ainda existir um ano de contrato em vigor, a verdade é que ninguém espera que Mourinho continue ligado ao clube para a temporada 2026/2027. O próprio contrato, divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários em setembro de 2025, prevê esta possibilidade de saída: dez dias úteis após o último jogo oficial da época 2025/26, tanto o Benfica como o treinador podem decidir não renovar o vínculo para a época seguinte. E esses dez dias úteis terminam justamente esta sexta-feira.
Segundo confirmações exclusivas, o “desconto” para Mourinho sair por 7 milhões acaba nesta data fatídica. Depois, o Benfica só aceitará a sua saída mediante o pagamento integral dos 15 milhões, valor praticamente equivalente ao salário que o técnico auferiria se permanecesse na Luz. O clube está ciente de que a partida de Mourinho é inevitável e já prepara o terreno para a sucessão. Marco Silva surge como o favorito para assumir o comando técnico, aguardando apenas o momento oficial para avançar.
Nos bastidores, o cenário é ainda mais turbulento. Mourinho já tem um acordo com Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, para regressar ao clube espanhol. O plano inicial era anunciar o português já este domingo, com a apresentação marcada para hoje, mas a entrada em cena do empresário Enrique Riquelme, candidato às eleições do Real Madrid, veio complicar o processo. Riquelme, líder do poderoso Grupo Cox, avaliado em bolsa em mais de mil milhões de euros, rejeitou qualquer ligação direta com Mourinho, classificando-o como um “penso rápido” para a situação atual do clube.
Em declarações contundentes ao jornal ABC, Enrique Riquelme afirmou: “Nunca fui mourinhista ou não mourinhista, sou madridista. É treinador, é um grande treinador e conseguiu muitos êxitos. Tem um estilo peculiar de gerir o balneário. Em certos momentos pode ser bom ou não para determinado clube. Mas penso que o Real Madrid necessita de um projeto de futuro, não de curto prazo, e não precisa de um penso rápido para o momento atual.”
Enquanto isso, o Benfica mantém-se em estado de alerta, à espera da decisão definitiva de Mourinho. A indefinição prejudica o planeamento da próxima época, mas o clube sabe que, caso o técnico opte por ficar, o Real Madrid não terá problemas em pagar os 15 milhões exigidos. As eleições para a presidência do Real Madrid ainda não têm data oficial, mas especula-se que possam ocorrer a 7 de junho. A visita do Papa Leão XIV a Madrid poderá atrasar essa data, aumentando ainda mais a incerteza.
Florentino Pérez terá esta quarta-feira uma oportunidade crucial para esclarecer o futuro do treinador português, na apresentação oficial da sua candidatura à presidência do Real Madrid. O desfecho desta novela promete agitar o mercado e definir o rumo de um dos maiores clubes do mundo e do treinador mais mediático do futebol contemporâneo.
Fique atento: sexta-feira é o prazo final para Mourinho decidir se ativa a cláusula de rescisão e deixa o Benfica por um preço especial ou se enfrenta a pesada penalização financeira que poderá travar a sua saída. O futebol português e internacional estão em suspenso à espera do próximo capítulo desta história explosiva!
Este artigo aparece primeiro em Apito Final.
