Scottie Scheffler conquistou a prata no Masters de Augusta, mas prepare-se para uma verdadeira surpresa: grande parte do prémio milionário que recebeu vai desaparecer nas garras do fisco norte-americano! Apesar dos 2,43 milhões de dólares ganhos na mítica competição, uma fatia colossal de mais de 1 milhão será engolida pelos impostos, revelam dados chocantes que deixam qualquer fã do golfe boquiaberto.
O torneio, que este ano distribuiu um prémio recorde de 22,5 milhões de dólares, viu Scheffler terminar a apenas um tacada do vencedor Rory McIlroy. No entanto, o que poucos sabem é que nos Estados Unidos a carga fiscal sobre os ganhos desportivos é brutal: os jogadores do Masters enfrentam uma taxa combinada de 41,99%. Isto resulta de uma taxa federal de 37% e uma taxa estadual da Geórgia de 4,99%, segundo análise do AskGamblers.
Assim, dos 2,43 milhões ganhos, cerca de 1.020.357 dólares sairão diretamente dos bolsos de Scheffler para o IRS. É uma sangria que poucos desportistas imaginam antes de pisar o green de Augusta. No total, o fisco vai arrecadar impressionantes 9,44 milhões de dólares só neste torneio, um valor que aumentou face ao ano anterior.
No campo, Scottie Scheffler mostrou garra e talento, recuperando de um arranque lento para assinar rondas de 65 e 68 tacadas no fim de semana, fechando a prova com um último dia sem bogeys e um total de 11 abaixo do par. Mesmo assim, não foi suficiente para destronar McIlroy, que somou 71 tacadas para a vitória e 4,5 milhões de dólares no bolso.
Este aumento no prize money do Masters – que subiu dos 21 milhões em 2025 para os 22,5 milhões em 2026 – ainda fica atrás do Players Championship, que oferece 25 milhões de dólares, e é seguido pelo U.S. Open com 21,5 milhões, PGA Championship com 19 milhões e The Open Championship com 17 milhões.
Apesar da mordida pesada do IRS, a temporada de Scottie Scheffler continua brilhante. Já amealhou 6.246.430 dólares em sete eventos este ano, incluindo a vitória no The American Express, onde faturou 1,656 milhão.
Mas o sucesso de Scheffler não se limita ao campo. Poucos dias após o Masters, o golfista foi nomeado uma das 100 Pessoas Mais Influentes de 2026 pela prestigiada revista TIME. “Prefiro ser uma influência positiva do que negativa,” confessou Scheffler ao Golf Channel. “Sonhei em ser golfista profissional e tive a sorte de conseguir isso, mas no fim, como disse no Open do ano passado, não é isso que me satisfaz. Se conseguir ser uma influência positiva na vida de alguém, isso para mim é fantástico.”
Enquanto isso, o americano mantém-se em grande forma e está em segundo lugar a 14 abaixo do par no RBC Heritage, prestes a encarar a última ronda com aspirações de vitória. Scheffler prova que, dentro e fora do campo, está a jogar para ganhar – mesmo que parte do seu prémio vá desaparecer para o fisco!
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